« Pode-se enganar a todos por pouco tempo, pode-se enganar alguns o tempo todo, mas não se pode enganar a todos o tempo todo. » J. F. Kennedy

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Religião - O melhor mito de sempre

 “Eu tenho que vos dizer a verdade, amigos, tenho mesmo que dizer a verdade. Quando se trata de tretas, a maior conversa fiada de todos os tempos, vocês têm que tremer um pouco e concordar, o maior campeão de todos os tempos no que diz respeito a falsas promessas e exageros é a Religião. Pensem um pouco. A Religião definitivamente convenceu as pessoas que existe um homem invisível, que mora nos céus, que vigia tudo o que tu fazes, todos os minutos do teu dia, e o homem invisível tem uma lista especial de 10 coisas que ele não quer que tu faças, e se tu fizeres quaisquer dessas 10 coisas, ele tem um lugar especial para ti, cheio de fogo, fumaça, queimaduras, torturas e sofrimento,  no qual vais viver, sofrer, gritar, arder, sufocar e chorar para todo o sempre até ao fim da eternidade! Mas ele ama-te... Ele ama-te e precisa de DINHEIRO! Ele precisa sempre de dinheiro.
Ele é todo-poderoso, sabe de tudo e tem de tudo, mas de alguma forma...precisa de dinheiro!
A Religião lida com milhares de milhões de dólares, não pagam impostos e precisam sempre de um pouco mais. Agora, contem-me uma maior treta que essa... Holy shit! (merda sagrada)”

George Carlin
Um dos maiores comediantes de sempre

Desde o ano 10 000 A.C. a história abunda em pinturas e escrituras que refletem o respeito e a adoração dos povos pelo sol. E é simples entender o porquê, com o seu aparecimento todas as manhãs trazendo a visão, calor, segurança e salvando o homem do frio e do breu da noite repleta de predadores.
Sem ele, todas as culturas perceberam que não haveriam colheitas nem vida no planeta. Esta realidade fez do sol o objecto mais adorado de todos. Todavia, os povos estavam também muito atentos às estrelas, estas, formavam padrões que lhes permitiu reconhecer e antecipar eventos que ocorrem de tempos a tempos, tais como eclipses e luas cheias. Catalogaram grupos celestiais naquilo que conhecemos hoje como constelações.
A cruz do zodíaco, uma das mais antigas imagens da humanidade, representa o trajecto do sol  através das 12 maiores constelações no decorrer de um ano. Também representa os 12 meses do ano, as 4 estações, solstícios e equinócios.
O termo zodíaco está relacionado com o facto das constelações serem antropomorfismos, ou personificações, como pessoas ou animais. Por outras palavras, as primeiras civilizações, não só seguiam o sol e as estrelas, como também as personificavam através de mitos que envolviam os seus movimentos e relações.
O sol, com o seu poder criador e salvador, foi também personificado à semelhança de um deus todo-poderoso, conhecido como deus sol, “filho de deus”, luz do mundo, salvador da humanidade. Igualmente, as 12 constelações representam lugares de viagem para o deus sol e foram nomeados, e normalmente representados por elementos da natureza que aconteciam nesses períodos de tempo, por exemplo, Aquarius, o portador da água que traz as chuvas da primavera.
No Egipto, Horús é o deus sol por volta de 3000 A.C.. Ele é o sol, antropomorfizado e a sua vida é uma série de mitos alegóricos que envolvem o movimento do sol no céu. Dos antigos hieróglifos egípcios, conheceu-se muito sobre este messias solar, por exemplo, Horús, sendo o sol ou a luz, tinha como inimigo o deus Set, e Set era a personificação das trevas ou noite. Metaforicamente falando, todas as manhãs Horús ganhava a batalha contra Set, enquanto ao fim da tarde, Set conquistava Horús e o enviava para o mundo das trevas. É importante frisar que “trevas vs luz” ou “bem vs mal” tem sido uma dualidade mitológica onipresente e que ainda hoje é utilizada em muitos aspectos.
No geral, a história de Horús é a seguinte:
Horús nasceu a 25 de dezembro da virgem Isis-Meri. O seu nascimento foi acompanhado por uma estrela ao leste, que por sua vez, foi seguida por 3 reis em busca do salvador recém-nascido. Aos 12 anos, era uma criança prodígio, aos 30 foi batizado por uma figura conhecida por Anup e assim começou o seu reinado. Horús tinha 12 discípulos e viajou com eles, fazendo milagres tais como curar os enfermos e andar sobre a água. Horús também era conhecido por vários nomes tais como A verdade, A luz, O filho adorado de deus, O bom pastor, O cordeiro de deus, entre muitos outros.
Depois de ser traído por Tifão, Horús foi crucificado, enterrado e ressuscitou 3 dias depois.
Várias culturas mundiais e muitos outros deuses encontrados têm a mesma estrutura mitológica. Exemplos como Attis, da Phyrigia, nasceu da virgem Nana, a 25 de dezembro, crucificado, colocado no túmulo e 3 dias depois ressuscitou.
Krishna da Índia, 900 A.C, nasceu da virgem Devaki com uma estrela no ocidente assinalando a sua chegada, fez milagres em conjunto com os seus discípulos e após a morte, ressuscita.
Dionysus da Grécia, 500 A.C., nasce de uma virgem a 25 de dezembro, foi um peregrino que praticou milagres tais como transformar água em vinho e é referido como rei dos reis, filho prodígio de deus, alfa e ómega, entre muitos outros nomes. Após a sua morte, ressuscitou.
Mithra da Pérsia, 1200 A.C., nasceu de uma virgem a 25 de dezembro, teve 12 discipulos e praticou milagres. Após a sua morte foi enterrado e 3 dias depois, ressuscitou. Era também referido como A verdade, A luz, filho de deus entre muitos outros.
Curiosamente, o dia sagrado de adoração a Mithra era um domingo: Sunday = Sol+Dia, ou seja, dia do sol.
O que importa salientar com estes factos é que “existiram” inúmeros salvadores, de diferentes períodos, de todo o mundo, que preenchem as mesmas características. A questão mantém-se: porquê estes atributos? Porquê o nascimento de uma virgem num 25 de dezembro? Porquê a morte e a ressurreição após 3 dias? Porquê os 12 discípulos ou seguidores?
Para descobrir as respostas a estas perguntas, vamos examinar o mais recente dos messias solares, Jesus Cristo.

Jesus cristo, o deus sol.

Jesus Cristo nasceu da virgem maria num 25 de dezembro em Belém (Bethlehem), foi anunciado por uma estrela a ocidente, que seria seguida por 3 reis magos para encontrar e adorar o salvador. Tornou-se pregador aos 12 anos e aos 30 foi baptizado por João Baptista, e assim começou o seu reinado.
Jesus teve 12 discípulos com quem viajou praticando milagres, tais como curar pessoas, andar sobre a água, ressuscitar mortos, transformar água em vinho e também foi conhecido como rei dos reis, filho de deus, a luz do mundo, alfa e ómega, cordeiro de deus entre muitos outros. Depois de ser traído pelo seu discípulo Judas e vendido por 30 pratas, foi crucificado, colocado num tumulo, 3 dias depois ressuscitou e ascendeu aos céus.
Primeiro de tudo a sequencia do nascimento é completamente astrológica. A estrela no ocidente é Sirius, a estrela mais brilhante no céu nocturno, que, a 24 de dezembro alinha com as 3 estrelas mais brilhantes na cintura de Orión. Estas 3 estrelas são chamadas hoje o que também eram chamadas naquele tempo: 3 reis (3 marias em português).
Os 3 reis e a estrela mais brilhante, Sirius, todas apontam para o nascer do sol no dia 25 de dezembro. Esta é a razão pela qual os 3 reis “seguem” a estrela a leste, numa ordem, para se direcionarem ao nascer do sol. A virgem maria é a constelação virgem, em latim virgo. O antigo símbolo para virgo é um “M” alterado, isto explica porque o nome de Maria tal como outras progenitoras virgens como a mãe de Adónis, Mirra, ou a mãe de Buddha, Maya, começa com um M. Virgo (constelação da virgem) também é referida como a “casa do pão”e a representação de Virgo é uma virgem segurando um feixe de espigas de trigo. Esta “casa do pão” e o seu símbolo das espigas de trigo representam agosto e setembro, época das colheitas. Por sua vez, Bethlehem (Belém), é, na sua tradução “A casa do pão” . Bethlehem é também a referencia à constelação da virgem, um lugar no céu e não na Terra.
Existe outro fenómeno muito interessante que ocorre a 25 de dezembro que é o solstício de inverno. Do solstício de verão ao solstício de inverno, os dias tornam-se mais curtos e frios e na perspectiva de quem está no hemisfério norte, o sol parece mover-se para sul aparentando ficar mais pequeno e fraco. O encurtar dos dias e o fim das colheitas conforme se aproxima o solstício de inverno, simboliza a morte, a morte do sol. Pelo vigésimo segundo dia de dezembro, o falecimento do sol estava completamente realizado, tendo na verdade o sol movido continuamente para sul durante 6 meses, faz com que atinja o seu ponto mais baixo no céu. Aqui ocorre uma coisa curiosa: O sol deixa aparentemente de se movimentar para sul, durante 3 dias, e durante estes 3 dias de pausa, o sol reside nas redondezas das constelações de cruzeiro do sul, constelação de crux ou alfa crucis (constelações que formam uma cruz). Depois deste período, em 25 de dezembro, o sol move-se 1 grau, desta vez para norte, perspectivando dias maiores, calor e a primavera. E assim se diz que o sol morreu na cruz (constelação de Crux), esteve morto por 3 dias, apenas para ressuscitar ou nascer mais uma vez.
Esta é a razão pela qual jesus e muitos outros deuses do sol partilham a ideia da crucificação, morte de 3 dias e o conceito da ressurreição – É o período de transição do sol antes de mudar na direcção contrária no hemisfério norte, trazendo a primavera e assim a salvação.
Todavia, eles não celebram a ressurreição do sol até ao equinócio da primavera, ou páscoa. Isto acontece porque no equinócio da primavera, o sol domina oficialmente o mal, as trevas, assim o período diurno se torna maior que o nocturno, e o revitalizar da vida na primavera emerge.
Provavelmente a analogia mais óbvia de todas neste simbolismo astrológico à volta de Jesus, são os seus 12 discípulos. Eles são simplesmente as 12 constelações do zodíaco, com Jesus, sendo o sol, viajando juntos. De facto, o numero 12 está sempre presente ao longo da Bíblia – 12 tribos de Israel, 12 irmãos de José, 12 juízes de Israel, 12 grandes patriarcas, 12 profetas, 12 reis de Israel, 12 príncipes de Israel, Jesus no templo às 12, etc.
O livro da Bíblia está relacionado com a astrologia mais do que com qualquer outra coisa. É um livro alegórico, que nunca poderia ser levado à letra. Ele explica rotinas do sol, estações, constelações e não o que os padres pregam nas igrejas.
Voltando à cruz do Zodíaco , o elemento figurativo da vida é o sol. Isto não era apenas uma mera representação artística ou ferramenta para seguir os movimentos do sol, era também um símbolo espiritual pagão, uma logografia similar à cruz cristã. A cruz não é um símbolo do cristianismo, é uma adaptação pagã da cruz do zodíaco. Esta é a razão pela qual jesus nas primeiras representações era sempre mostrado com a sua cabeça na cruz, porque Jesus é o sol, filho de deus, luz do mundo, o salvador a erguer-se, que renascerá, assim como o faz todas as manhãs, a glória de deus que defende contra as forças das trevas, assim como renasce a cada manhã, e que pode ser “visto através das nuvens”, “lá em cima no céu”, com a sua “coroa de espinhos”...ou raios de sol. Estas são todas referencias da Bíblia.
Agora, nas muitas referencias astrológicas ou astronómicas da Bíblia, uma das mais importantes tem a ver com o conceito de “Eras”. Através das escrituras há inúmeros referencias a essa “Era”. Para compreender isto, precisamos primeiro de estar familiarizados com o fenómeno da precessão dos equinócios. Os antigos egípcios, assim como outras culturas antes deles, reconheceram que aproximadamente de 2150 em 2150 anos o nascer do sol durante o equinócio da primavera, ocorria num diferente signo do zodíaco. Isto tem a ver com a lenta oscilação angular que a Terra têm quando roda sobre o seu eixo, é chamado de precessão porque as constelações vão para trás, em vez de permanecerem no seu ciclo anual normal. O tempo que demora cada precessão através dos 12 signos é de 25 765 anos. Este ciclo completo é chamado também de “Grande ano”, e algumas civilizações ancestrais sabiam-no e referiam-se a cada ciclo de 2150 anos como “Era”.
De 4500 A.C. a 2150 A.C. foi a “Era do touro”. De 2150 A.C. a 1 D.C., foi a “Era de Áries”, finalmente de 1 D.C. a 2150 D.C. é a “Era dos peixes”, a Era em que permanecemos nos dias de hoje. E por volta de 2150, entraremos na nova Era, a “Era do aquário”.
A bíblia refere-se, por alto, ao movimento simbólico durante 3 Eras, quando se vislumbra já uma quarta. No velho testamento, quando Moisés desce o monte Sinai com os 10 mandamentos, ele está perturbado ao ver a sua gente a adorar um bezerro dourado. De facto, ele até partiu as pedras dos 10 mandamentos e disse a todos para se matarem uns aos outros para purgarem o mal. A maior parte dos estudiosos da Bíblia atribuem esta ira de Moisés ao facto de os israelitas estarem a adorar um falso ídolo, ou algo semelhante. A realidade é que o bezerro dourado é Taurus (touro), e Moisés representa a nova Era de Áries. Esta é a razão pela qual os judeus ainda hoje assopra com o chifre do carneiro. Moisés representa a nova Era de Áries e perante esta, todos têm de largar a velha.
Outras divindades antigas como Mithra marcam esta transição também. Mithra um deus pré cristão mata o touro, na mesma linha simbólica. Continuando a linha das Eras, Jesus é a figura portadora da Era seguinte à de Áries, a Era dos peixes, ou dos 2 peixes. O simbolismo de peixes é abundante no novo testamento,  por exemplo: “Jesus alimentou 5000 pessoas com pão e 2 peixes.” “No inicio enquanto caminhava ao longo de Galileia, conhece 2 pescadores, que o seguem.”
Percebe-se agora o símbolo que muita gente cola nas traseiras dos seus carros, com um peixe a dizer “Jesus vive” ou “Jesus-fish”. Muitos poucos percebem na realidade o que realmente significa. É um simbolismo astrológico pagão para o reinado do sol durante a Era dos peixes. Jesus assumiu também que a data do seu nascimento é também a data do inicio desta Era.
Em Lucas 22:10 quando Jesus é questionado pelos seus discípulos quando será a próxima passagem depois de ele ir embora, Jesus responde: “Eis que quando entrardes na cidade, encontrareis um homem levando um cântaro de água, segui-o até à casa em que ele entrar.” Esta escritura é de longe a mais reveladora de todas as referencias astrológicas. O homem que leva um cântaro de água é Aquarius, o portador da água, que é representado com um homem a despejar uma porção de água. Ele representa a Era depois de peixes, a Era de Aquarius. Quando o sol (filho de deus) sair da Era de Peixes (Jesus), entrará na casa de Aquarius, e Aquarius é depois de peixes na precessão dos equinócios. Tudo o que Jesus diz é que depois da Era de Peixes chegará a Era do aquário.
Todos nós já ouvimos falar sobre o fim do mundo. Á parte o lado cartoonista explícito no livro do apocalipse, a espinha dorsal nesta ideia surge em Mateus 28:20, onde Jesus diz: “Eu estarei convosco até ao fim do mundo”. Contudo, na tradução inglesa da Bíblia, a palavra “world” (mundo) está mal traduzida, no meio de outras más traduções. A palavra realmente usada era “aeon”, que significa “Era”. Correctamente é “Eu estarei convosco até ao fim da Era”. Na tradução portuguesa também existe este erro. No fundo é verdade, Jesus como personificação solar da Era de peixes irá acabar quando o sol entrar na Era do Aquário. Todo o conceito de fim dos tempos e do fim do mundo deriva de uma má interpretação desta alegoria astrológica.
Vamos lá dizer isso a aproximadamente 3 mil milhões de cristãos que acreditam que o fim do mundo está próximo. Além disso, o facto de Jesus, ser literal e astrologicamente um híbrido, só demonstra o quão plágio do deus-sol Hórus do Egipto, Jesus é. Por exemplo, inscrito à 3500 anos atrás, nas paredes do templo de Luxor no Egipto, estão imagens da enunciação, da imaculada concepção, do nascimento e da adoração a Hórus. As imagens começam com o anúncio à virgem Isis de que ela irá gerar Hórus, que Nef, o espírito santo irá engravidar a virgem, e depois o parto e a adoração. Lembrem-mo-nos que isto aconteceu 15 séculos antes do cristianismo. Na verdade, as semelhanças entre Hórus e Jesus são imensas e é evidente que as 2 tem grandes ligações.
O plágio continua, a história de Noé e da sua arca é tirada directamente das tradições. O conceito de dilúvio é ubíquo em todas as antigas civilizações, em mais de 200 diferentes citações em diferentes períodos e tempos, contudo, não será preciso ir muito além da fonte pré cristã para encontrar a epopeia de Gilgamesh escrita em 2600 A.C.. Esta história fala sobre grandes inundações ordenadas por deus, uma arca com animais salvos, e até mesmo o libertar e o retornar da pomba, entram em concordância com a história bíblica, entre muitas outras semelhanças.
Depois temos a história plagiada de Moisés. Sobre o nascimento de Moisés, diz-se que ele foi colocado numa cesta de cana e lançado ao rio para evitar um infanticídio, ele foi mais tarde salvo pela filha dum rei e criado por ela como um príncipe. Esta história do bebé numa cesta foi retirada do mito de Sargão de Akkad por volta de 2250 A.C.. Depois de nascer, Sargão foi posto numa cesta de rede para evitar um infanticídio e lançado ao rio. Foi depois salvo e criado por Akki, uma esposa da realeza Acádia. Além disso, Moisés é conhecido como legislador, portador dos 10 mandamentos, e da lei mosaica. Contudo, a ideia de a lei ser passada de um deus para um profeta numa montanha é também antiga. Moisés é somente um legislador numa longa linha de legisladores na história mitológica. Na Índia, Manou foi o grande legislador. Na ilha de Creta, Minos ascendeu ao monte Ida, onde Zeus lhe deu as 6 leis sagradas. Enquanto que no Egipto, Mises tinha nas suas pedras tudo o que deus lhe disse.             
Manou, Minos, Mises, Moisés...
E no que diz respeito aos 10 mandamentos, foram retiradas a papel químico do “feitiço 125 do livro dos mortos” do antigo Egipto. O que dizia o Livro dos mortos? “Eu nunca roubei” tornou-se “Não roubaras”,  “Eu nunca matei” tornou-se “Não matarás”, “Eu nunca menti” tornou-se “Nunca levantarás falsos testeminhos” e por ai adiante.
No fundo, a conclusão que podemos tirar é que a religião Egípcia é a base fundamental para a teologia Judaico-cristã. Vejamos, Baptismo, vida depois da morte, julgamento final, imaculada concepção, ressurreição, crucificação, a arca da aliança, circuncisão, salvadores, comunhão sagrada, o dilúvio, páscoa, natal, a passagem e muitas outras coisas e atributos são ideias egípcias, nascidas muito antes do cristianismo ou judaísmo.
Justin Martyr, um dos primeiros historiadores e defensores cristãos, escreveu:
“Quando nós (cristãos) dizemos que, Jesus Cristo, nosso mestre, foi produzido sem união sexual, morreu e ressuscitou e ascendeu aos céus,  nós não propomos nada de muito diferente do de aqueles que propõem e acreditam tal como nós, nos filhos de Júpiter.”
Numa escrita diferente, Justin Martyr diz:
“Ele nasceu de uma virgem, aceite isto em comum com o que você acredita dos perseus.”
É óbvio que Justin e outros cristãos cedo souberam como o cristianismo era semelhante a outras religiões pagãs. Contudo, Justin tinha uma solução:”Para além de tudo o que sabemos, o diabo era quem mandava nessas ideias.” Ou seja, para ele o diabo era o responsável por essas semelhanças, ele teve a malícia de chegar primeiro que Cristo, e criar estas características para o mundo pagão.

“Cristianismo fundamentalista, fascinante. Estas pessoas pensam realmente que o mundo tem apenas 12 000 anos. Eu perguntei-lhes: “Ok, e os fosseis dos dinossauros?”” Eles responderam: Fosseis de dinossauro? Deus colocou-os lá para testar a nossa fé!” Eu acho é que o teu Deus te colocou aqui para testar a minha fé meu!”

Bill Hicks
Comediante

A bíblia não é nada mais do que um híbrido literário astro-teológico, tal como todos os mitos religiosos que os antecederam. De facto, o aspecto da transferência de atributos, de umas personagens para as outras é facilmente reconhecida no próprio livro em si. No velho testamento há a história de Josué. Josué era um protótipo de Jesus. Josué nasceu de um milagre, Jesus nasceu de um milagre. Josué tinha 12 irmãos, Jesus tinha 12 discípulos. Josué foi vendido por 30 moedas de prata, Jesus foi vendido por 30 moedas de prata. O irmão “Judah” sugere a venda de Josué, o discípulo “Judas” sugere a venda de Jesus. Josué começa os seus trabalhos aos 30, Jesus também começa aos 30. Os paralelismos continuam e só não vê quem nao quer.
Além disso, haverá algum registo não bíblico da existência de Jesus filho de Maria, que viajou com 12 seguidores e curou pessoas? Existiram muitos historiadores que viveram no mediterrâneo durante esse mesmo período e até mesmo após a presumível morte de Jesus. Quantos desses historiadores fizeram relatos sobre a sua figura? Nenhum. Porém, para sermos justos, não significa que os defensores da existência de Jesus nunca tenham reclamado o contrario. 4 são particularmente referidos como pioneiros sobre a teoria da existência de Jesus, Plínio “o jovem”, Suetónio e Tácito foram os 3 primeiros. Cada uma das suas máximas consistem em apenas algumas frases em que na melhor das hipóteses se refere a Christus ou Cristo e que na realidade não é um nome mas sim uma titulação, significa “escolhido”. A quarta fonte é Josefo, cujos documentos ficaram provados terem sido falsificados séculos atrás e para o infortúnio da humanidade ainda são vistos como verdadeiros.
É sensato pensar que alguém que “renasceu dos mortos, “ascendeu” ao reino dos céus e praticou milagres tenha sido personagem frequente nos registos históricos. Não acontece isso, porque uma vez pesadas as evidências, há grandes probabilidades da figura conhecida como Jesus, nunca ter existido. 

“A religião Cristã é uma paródia à adoração do sol, onde colocaram um homem chamado Jesus Cristo em seu lugar e começaram a entregar a essa personagem a devoção que entregavam ao sol.”

Thomas Paine
Político britânico

“Não queremos ser indelicados, mas temos que ser factuais. Não queremos magoar os sentimentos de ninguém, mas queremos ser academicamente correctos, naquilo que compreendemos e sabemos ser verdadeiro: o cristianismo simplesmente não é baseado em verdades. Consideramos que o cristianismo foi apenas uma história romana, desenvolvida politicamente”

Jordan Maxwell
Investigador

A realidade consiste em que, Jesus foi a divindade solar do sector gnosticista cristão e tal como outros deuses pagãos, era uma figura MÍTICA.
Foi sempre o poder político que procurou monopolizar a figura de Jesus para controlo social.  Em 325 D.C. em Roma, o imperador Constantino reuniu o “concílio ecuménico de Niceia” e foi durante esta reunião que as doutrinas politicas com motivação cristã foram estabelecidas, e assim começou uma longa história de derramamento de sangue e fraude espiritual. Nos 1600 anos que se seguiram, o vaticano dominou politicamente e com mão de ferro toda a Europa , conduzindo-a a um período de obscurantismo através de eventos como as cruzadas e a santa inquisição onde o conhecimento era um privilégio apenas da Igreja. Cristianismo, bem como todas as crenças teístas, são a fraude desta Era, serviu para afastar os seres humanos do seu meio natural, e da mesma maneira uns dos outros. Sustenta a submissão cega do ser humano à autoridade, reduz a responsabilidade humana sob a premissa de que “deus” controla tudo, e que por sua vez os crimes terríveis podem ser justificados em nome da perseguição divina, e o mais importante, dá poder aqueles que sabem a verdade e usam o mito para manipular e controlar sociedades.
O mito religioso é o mais poderoso dispositivo jamais criado, e serve como base psicológica para que outros mitos floresçam ou o justifiquem.

“Religião não pode consertar a humanidade porque religião é escravidão”

Robert Ingersoll
Político americano

Um mito é uma falsa ideia que é amplamente seguida. Aprofundando, no contexto religioso, um mito opera como uma história que guia e mobiliza povos. O essencial não está na credibilidade da história mas sim na forma como ela funciona, e uma história não funciona se não tiver nenhuma comunidade ou nação que acredite nela. Nunca será matéria de debate o questionamento da veracidade da história sagrada, e quem a questionar nunca terá a participação dos guardiães dessa fé em debate com eles. Os questionadores serão ignorados, ou denunciados como hereges e blasfemos.

“As instituições religiosas sempre estiveram na base de toda a porcaria deste mundo. As instituições religiosas são postas neste mundo, pelas mesmas pessoas que governam a tua vida e a tua educação corrupta, que preparam cartéis de bancos internacionais, porque os nossos “mestres” não dão a mínima para ti e para a tua família, tudo o que eles se preocupam e com que sempre se preocuparam é controlarem o mundo inteiro. Nós fomos desviados da verdadeira e divina presença do universo que os homens têm chamado de “Deus”. Eu não sei o que Deus é, mas tenho a certeza do que ele não é, e até que estejas preparado para olhar para a realidade e ir até onde for preciso, independentemente de onde nos possa conduzir, mesmo que queiras enfiar a cabeça na areia ou queiras jogar na equipa que está a ganhar, chegará um ponto em que irás descobrir que tens brincado com a justiça divina. Quando mais educas a tua mente, mais compreendes as origens de tudo , mais óbvias se tornam as coisas e começas a ver mentiras por todos os lados. Tens de saber a verdade, procurar a verdade e a verdade vai-te libertar.”

Jordan Maxwell
Investigador

“Devem achar difícil... aqueles que nos impõem autoridade como uma verdade, em vez da própria verdade como autoridade”

G. Massey
Egiptólogo






Este artigo foi feito não para insultar ou ridicularizar as crenças das pessoas, mas sim para criticar aqueles que usam as crenças das pessoas para manipulação e controlo. Cada um é livre de acreditar no que quiser, pois é um dos muitos aspectos de uma sociedade livre. Neste artigo é apenas disponibilizada informação e factos verdadeiros que possam funcionar como ajuda.

Obrigado






quinta-feira, 10 de novembro de 2011

11 de setembro: O caso do Pentágono

Não esperava escrever novamente sobre os atentados do 11 de Setembro, mas aconteceu um imprevisto. No dia 9 de Novembro, um professor de teoria política disse que deveríamos ter muito cuidado com as teorias da conspiração, que andam a circular na internet. Até aqui tudo bem, mas estava curioso para saber quais seriam essas teorias. Eu pensava que eram aquelas mais lunáticas, e mais difíceis de digerir, até que ele lança uma bomba que me irritou até às minhas entranhas. Ele falou no caso do embate do  boeing 757 no pentágono, que é a sede da defesa dos Estados unidos da América.
Ele disse e cito: “Existem teorias do 11 de setembro que dizem que nenhum avião embateu no pentágono. É ridículo, quando claramente existem fotos das peças do avião espalhadas em redor do local...”
Este é só um exemplo que ser doutorado ou ter mil especializações, não significa ser mais dotado ou saber mais sobre o que se passa à nossa volta. Este é um caso de mais uma mente que pensa que esta enterrada em razão, e que tudo à nossa volta é explicado por todas as razões possíveis menos que uma elite poderosa nos está a manipular de modo a completar os seus planos egoístas. Hmmm, pessoas a manipularem e usarem outras para os seus fins egoístas e gananciosos? Acho que nunca aconteceu, não...
Vamos então passar aos factos. Vou tentar explicar e expor as coisas de uma maneira simples, para que este texto seja breve.
Já falei sobre este assunto por diversas ocasiões, por isso não vejo o motivo para estar a fazer mais um artigo extensivo sobre isto.
Como poderia alguém num avião de 60 toneladas, 40 m de largura, 14 metros de altura atravessar o edifício do pentágono? O avião antes de atingir o pentágono executou uma espiral de 270 graus para baixo, uma manobra quase impossível, que não está ao nível dos melhores pilotos aéreos. E ainda assim Hani Hanjour, o “terrorista” responsável por este atentado, era conhecido por ser um mau piloto, que não conseguia sequer voar num avião pequeno em segurança.
Estas são palavras retiradas de várias entrevistas a empregados e instrutores de voo, que tiveram contacto com Hani Hanjour:
“Nem nos preocupamos com o facto de nem ter acabado o curso.”
“Estou até hoje espantado de como ele conseguiu voar até ao pentágono... ele não conseguia voar de maneira nenhuma.”
Respondendo às afirmações do professor de teoria política, sobre o facto de haver peças de avião espalhadas no local: não há bancos, não há bagagens, nada além de tijolos e pedras. A explicação oficial é de que o intenso calor do combustível vaporizou o avião inteiro.
Bem, o voo 77 tinha 2 motores Rolls Royce feitos de uma liga de aço e titânio, e cada um pesava 6 toneladas. É cientificamente impossível que 12 toneladas de uma liga de aço e titânio se tenham evaporado por causa do combustível, mesmo assim esta explicação consta numa investigação oficial sobre o maior atentado que há história, em território americano. Senhor professor...mais atenção com o que lê e vê.
Também foi dito que houve corpos em que foi possível a identificação. Estas são palavras do Dr. David Ray Griffin:
“As autoridades disseram-nos que foi possível a identificação de várias vitimas através de impressões digitais ou ADN. Então que tipo de fogo pode vaporizar alumínio e aço, mas deixa cadáveres intactos?”
Não existe qualquer prova de que algum avião tivesse embatido contra o pentágono. Um embate de um avião de 40 metros de largura e 14 de altura não pode deixar um buraco na parede de 2 ou 3 metros e deixar toda a relva à volta intacta.
As únicas peças do avião que se conseguem ver, são suficientemente pequenas para serem levadas à mão. E mesmo essas peças não correspondem com o modelo do avião que consta nos relatórios.
Logo a seguir ao ataque, apanharam os destroços e levaram-nos. Todo o gramado foi preenchido com cascalho e cimento de modo a que todas as provas forenses, fossem literalmente encobertas. Esta situação também aconteceu no World Trade Center, onde a policia impediu que qualquer um se aproxima-se dos destroços, destroços esses que depois foram enviados para a China via barco, para serem reduzidos a cinzas, de modo a que também não houvesse investigações. Investigações essas que poderiam descobrir que tudo não passava de uma fantochada e um jogo para manipular as nossas cabeças.
Continuado com o conto de fadas do Pentágono, os vídeos das cameras de segurança que mostrariam claramente o que realmente atingiu o pentágono, foram imediatamente confiscadas por agentes do FBI. Até as filmagens de cameras de segurança de umas bombas de gasolina daquela zona foram confiscadas, tal como as do transito. E o departamento de justiça até hoje, tem-se recusado a divulgar as imagens.
Se estes vídeos provassem que o pentágono tivesse sido atingido por um 757, todos saberiam que o Governo os teria revelado, devido às duvidas e desconfianças. Outro facto importante nesta história toda, é que a ala do Pentágono que foi atingida estava a ser renovada, por tanto, não estava lá ninguém. Milagrosamente o sequestrador deu-se aquele trabalho todo para embater numa ala deserta. Será mesmo coincidência? Reparem bem no tamanho deste elefante, que muitos chamam de ridículo ou paranoia.
Já todos vimos imagens de aviões comerciais que caíram, toda a área fica coberta de destroços gigantes. A verdade é que nem no Pentágono, nem no 4º avião sequestrado do 11 de setembro isso aconteceu.
O 4º avião que falo é o que caiu em Shanksville, porque supostamente os passageiros se impuseram contra os sequestradores, fazendo o avião cair naquelas redondezas. O local do despenhamento é na verdade um buraco com lixo, e nada indica que caiu algum avião ali. Ninguém viu nenhum avião cair, ouviram apenas um estrondo e caças americanos a sobrevoar nas redondezas.
Concluindo, apenas posso dizer que uma pessoa não é razoável ao acreditar em relatórios, mesmo que oficiais, que estejam cheios de contradições, erros, impossibilidades físicas e científicas, mentiras e que são feitos por pessoas que no passado já esconderam a verdade e vão voltar a faze-lo.
Toda esta história do 11 de Setembro apenas foi um truque, um acelerador para a globalização tirana, um propósito para a guerra, um propósito para fazer dinheiro, um propósito para o controlo. Cada vez mais vamos sentir na pele esse controlo, essa vigilância permanente. Estamos a caminho de um Estado fascista global. O 11 de Setembro foi a melhor ideia que a elite global teve para acelerar o processo.


 "Temos o bicho-papão por ai. Primeiro era o comunismo, depois a guerra às drogas e agora é a guerra ao terrorismo. Durante toda a nossa vida tivemos que ter um bicho-papão. Temos que ter sempre medo de alguma coisa, para enfiar-mos a cabeça na areia e entregar-mos as nossas liberdades."

Jesse Ventura 

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

11 de Setembro

                                                              10 Anos de mentiras
O ataque terrorista do 11 de Setembro aos Estados Unidos da América parece tanto uma fórmula de filmes de desastres Hollywoodianos. A única diferença é que foram usados propósitos reais e pessoas reais. Tinha vilões terroristas, bombeiros americanos heróis, explosões com bolas de fogo, prédios desabando, pedestres perseguidos por nuvens de poeira e até tinha o hit de sucesso “deus abençoe a América”. Câmeras bem posicionadas fotografaram toda a acção e drama por todos os ângulos imagináveis.
A data, o titulo e a propaganda para o filme “senhor dos anéis: As duas torres” de Harvey Weinstein, foi uma coincidência profética e perturbadora. O lucro do filme “As duas torres” foi pequeno comparado ao filme de desastre real que foi o 11 de Setembro, que se tornou a maior produção mundial de todos os tempos. A única coisa que falta são os créditos para o produtor, escritor e director do 11 de Setembro. Não é preciso ser um génio para perceber quem lucrou com o assassinato de 3000 pessoas, basta dar-mos uma olhadela à bolsa de valores de Nova Iorque.
Durante a primeira semana, os “produtores” do 11 de Setembro fizeram uma fortuna espectacular apenas no mercado de acções. Como? Simples, ao saberem de antemão que as reservas das companhias aéreas e companhias de seguros associados com o atentado de 11 de Setembro iriam cair em valor. Usando essa informação prévia, eles fizeram apostas negativas sobre o mercado de acções chamado “put options”. As “put options” são apostas de que uma determinada unidade vai cair em termos de valor numa determinada data, é um jogo de alto risco, a menos que tu tenhas a informação de antemão. Isso tornaria a tua aposta numa coisa certa, mas isso é ilegal se tu fores descoberto.
“Put options” na aposta no declínio das acções das companhias aéreas e de seguro relacionadas com o 11 de Setembro, disparando para uns absurdos 600% pouco antes do 11 de Setembro, o que significa que alguém sabia dos ataques antes deles acontecerem. Quem eram exactamente esses “alguéns”?
§  Merryl Lynch/HSBC
§  Morgan Stanley Dean Witter
§  Banco da América
§  Lehman Brothers
§  Rautheon (fabricante de armas)
§  General Motors
§  Swiss Re
§  AXA
Esta ultima empresa a AXA, é uma seguradora que é também dona de 25% da American airlines, a companhia cujos seus aviões despenharam no World Trade Center em Nova Iorque.
Estes informados compraram as suas “Put Options” através do Deutsche Bank. Porque será que Buzzy Krogard, um ex-director executivo da CIA era simplesmente o gerente do Deutsche Back durante os atentados? E assim os beneficiários do 11 de Setembro não foram Osama Bin Laden ou o seu bando de árabes treinados pelos EUA, foram empresários israelitas, norte-americanos e britânicos de alto nível, que na primeira semana, embolsaram 40 biliões de dólares, e facturaram o lucro dos contribuintes dos EUA. Contribuintes que estavam hipnotizados, aterrorizados e traumatizados pela infinita surpresa.
Vamos fazer isto de uma maneira ainda mais simples. Já que a imprensa convencional e o governo gostam tanto de chamar de “teoria da conspiração”, vamos chamar-lhe isso. Então pensem nisto como um teste de verdadeiro ou falso para teoria da conspiração:
A-     Quando George W. Bush abriu a sua primeira empresa de petróleo, quem ajudou a financia-la? O irmão e cunhado de Osama Bin Laden. Verdadeiro ou falso?
B-      Após um atentado à bomba num edifício na Arábia saudita que matou 90 americanos, quem obteve o contrato multimilionário para a reconstrução? Os Bin Laden. Verdadeiro ou falso?
C-      Na manhã de 11 de Setembro de 2001, quem estava numa reunião no Hotel Ritz-Charlton em Washington, EUA? George Bush Sr e o irmão de Osama Bin Laden. Verdadeiro ou falso?

Na verdade a resposta para todas as perguntas anteriores pode ser a alínea D:
Acredite ou não, por mais absurdo que eles façam parecer, todos estes FACTOS são verdade:
Ø  A ligação de Bin Laden com a empresa de petróleo de Bush
Ø  O contrato de construção dos Bin Laden depois do atentado à bomba
Ø  A reunião de Bin Laden e Bush no dia 11 de Setembro no Ritz-Charlton Hotel.
Muitos dos factos em torno dos acontecimentos do 11 de Setembro apontam para um encobrimento, como o facto de a administração Bush ter ignorado todos os avisos prévios sobre os ataques de 11 de Setembro. Avisos dos agentes do FBI como Colleen Rowley e do famoso memorando Phoenix, foram não só ignorados como suprimidos. O agente chefe do FBI, John P. O´neill demitiu-se quando o seu inquérito sobre Osama Bin Laden foi bloqueado. Funcionários de alta patente do pentágono cancelaram as suas viagens para 11 de Setembro devido às preocupações com a segurança. Enquanto o povo americano vivia na ignorância quanto a estes assuntos, toda a politica, militância e corporações VIP´s  foram mantidos fora de perigo.
2 muçulmanos acusados do sequestro do 11 de Setembro, tiveram a sua formação em voo na escola de aviação Rudi Dekkers Huffman na Flórida. Rudy Dekkers tinha ligação com a CIA e com contrabando de drogas através de aviação (Caribbean air). A media americana constatou que na noite anterior aos atentados, o líder do grupo acusado Mohhammed Atta e outros 2 sequestradores muçulmanos ficaram bêbados, conheceram strippers num clube da Flórida chamado Shugkums, esqueceu-se do seu visto e do seu livro sagrado do Corão no bar, publicamente insultou a América e espalhafatosamente vangloriou-se sobre o iminente derramamento de sangue no dia seguinte. Porquê que os dedicados sequestradores muçulmanos colocariam os seus planos secretos de missão em risco, chamando tanto a atenção? E porquê que cometendo os atentados por razões religiosas e sendo tão dedicados a Alá, ficaram bêbados e foram a um clube de strip onde se esqueceram do seu Corão? Que eu saiba, os mandamentos do islão vão contra todas essas coisas.
E porquê que eles estavam na Florida ao invés de estarem em Boston, na noite antes dos Voos suicidas? Supostamente embarcaram em Boston, que fica a milhares de km da Flórida.
No inicio da manhã de 11 de Setembro, 19 muçulmanos bem conhecidos pela inteligência das agencias de segurança, supostamente passaram pelos controles de segurança do aeroporto, embarcaram em 4 aviões de passageiros, dominaram o avião com X-actos, e transformaram-nos em mísseis mortais sem nenhuma dificuldade.
Ás 8.13H, os controladores de voo perderam temporariamente contacto com o radar da american airlines do voo 11 e comunicaram a suspeita de sequestro. Mesmo que o espaço aéreo da força aérea de Andrews fique a apenas 10 minutos de Washington, os aviões caças levaram quase uma hora para responder ao invés dos típicos 15 minutos, para descolar e começar a procurar pelos aviões sequestrados. Na altura em que descolaram, já era tarde demais…
O presidente Bush já sabia sobre o primeiro voo 11, que ocorreu às 8.46H, quando estava sentado conversando com as crianças na escola do ensino básico de Booker. Só às 9.05H da manhã, ele foi avisado que o segundo avião, voo 175 também tinha colidido contra o world trade center e que a América estava sobre ataque. Em vez de tomar uma decisão para a segurança nessa emergência nacional, ele continuou a conversar com as crianças durante outros 20 minutos sobre uma história infantil da Cabra de estimação, enquanto cidadãos americanos estavam a ser queimados vivos e outros saltavam para a morte por causa das torres a arder.
Tu nem precisas de estudar “teorias da conspiração” para pensar exactamente sobre o quê que o presidente Bush sabia sobre os ataques e quando ele sabia.  Esta é a versão oficial da casa branca: “Foi no momento da sala de aula da escola de Booker na Flórida, que Bush foi informado que o segundo avião atingiu o WTC e que os EUA estavam sobre ataque. “ Mas aqui está um trecho do que Bush disse 3 meses depois do ataque:
“Eu estava sentado do lado de fora da sala de aula, a espera para entrar e eu vi o avião a atingir a torre, a televisão estava ligada. Eu costumava voar e eu disse: aqui está um piloto terrível. Deve ter sido um terrível acidente. Mas eu tinha desligado a tv e era hora de pensar sobre o assunto.”
George W. Bush
Espera um minuto, George Bush foi informado sobre o segundo avião enquanto ele estava dentro da sala, isso está gravado, como todos sabem. Então, de acordo com as suas declarações, ele diz que viu o primeiro acidente de avião pela televisão naquela manhã de 11 de Setembro? Mas isso é impossível, ninguém viu o primeiro acidente com o avião na TV no dia 11 de Setembro porque a fita de vídeo desse acidente, só ficou disponível no dia seguinte. Era uma fita amadora.
Às 9.55H da manhã do dia 11 de Setembro, o presidente George Bush descolou no Airforce 1 (avião presidencial) sem escolta ou protecção de aviões caça e ficou a circular por mais de uma hora. Porquê que o presidente estava a bordo do seu avião, sem escolta de caças, a circular por mais de uma hora enquanto aviões sequestrados rondavam os céus?
Os inexperientes pilotos sequestradores que assumiram o percurso do voo segundo as notícias, voaram com o terceiro avião sequestrado, voo 77, como uma super arma espiral de 270 graus, evitando os escritórios dos chefes membros do staff e atingiu uma parte insignificante do pentágono que estava a ser renovada. O avião que embateu no pentágono, supostamente, um gigante avião de passageiros Boeing 767, criou um buraco com pouco mais de 2 metros e quase nenhuns destroços. Computadores e livros estavam intactos dentro da área atingida, para não falar que o relvado na zona atingida nem sequer tinha qualquer vestígio de estar queimado. As filmagens da bomba de gasolina ao pé do pentágono foram confiscadas, impedindo de ver o que realmente atingiu o pentágono.

Os serviços de  emergência responderam, e os caças de força aérea finalmente descolaram quando o quarto avião sequestrado, voo 93 caiu num campo na Pensilvânia às 10:06H. A media convencional informou que os passageiros dominaram os sequestradores, mas os moradores das proximidades viram os aviões caças dos EUA sobre as suas cabeças e foram testemunhas oculares de vários destroços caindo dos céus. O suposto local da queda do avião é basicamente um buraco pequeno com lixo lá dentro. Não se encontrando partes significantes de que um avião lá tenha caído. Com a experiencia que as autoridades tem nestes assuntos, sabem que quando um avião cai no solo, existem partes gigantes do avião espalhadas pelo local, mas naquele caso nem a caixa negra foi encontrada, que permitiria perceber o que realmente se passou. Os destroços do avião foram encontrados a milhas de distância, indicando que o avião foi abatido pelos caças.
Após algumas horas depois dos sequestros dos aviões do 11 de Setembro, uma massiva campanha de “culpe os muçulmanos” foi lançada pela CNN junto com a media convencional que continua até hoje. Em menos de 48 horas, os nomes e os retratos falados dos 19 muçulmanos acusados ferveram pelas telas das televisões. Se os investigadores do governo não sabiam de nada, como raio identificaram os 19 homens muçulmanos assim como os sequestradores tão rápido por passaportes falsos e sem evidências e ADN? Como pode o passaporte de Mohhamed Atta ter sobrevivido a uma bola de fogo que supostamente iria incinerá-lo, voou para fora do seu bolso, voou do avião incinerado e aterrou intacto sob 60 centímetros dos destroços em condições legíveis nas mãos de investigadores? Tudo em 48 horas!!
Porquê que 19 homens muçulmanos precisariam de passaportes até em voos domésticos? Como podem os passaportes terem sido achados mas não os registos de voz do avião? Porquê que os sequestradores precisariam de passaportes, se eles nunca mais iriam usa-los depois dos seus voos suicidas?
E uma pergunta ainda mais perturbadora, porquê que os 19 muçulmanos acusados não ficaram sob vigilância durante o 11 de Setembro se foram tão fáceis de indentificar?
A mala do acusado líder do grupo Mohhamed Atta nunca foi levada ao avião sequestrado e convenientemente chegou às mãos de investigadores. Estava abarrotado com evidências incriminadores, incluindo um Corão, um vídeo comercial de como voar e um indicador de consumo de combustível. Podem-me explicar porquê que um sequestrador prestes a morrer numa missão suicida iria fazer uma mala? Parece que Mohhamed Atta era um líder de grupo muito esquecido, que ia deixando evidências para trás. Ele carregava por ai vários livros sagrados do Corão. Segundo as notícias convencionais, ele esqueceu-se de um Corão no clube de strip na Flórida, outro num carro alugado, e ainda outro na sua mala perdida no aeroporto. Mais evidências incriminadoras de manuais de voo escritos em árabe foram encontradas a poucas horas dos ataques no estacionamento de aluguer de carros nos aeroportos. Porquê que os terroristas não foram de táxi para o aeroporto? Podem ser tão espertos e tão estúpidos ao mesmo tempo?
O rastro conspiratório que minou evidências continuou 3 semanas depois dos ataques do 11 de Setembro quando cartas com anthrax mataram 5 pessoas, e foi claramente formulado para jogar a culpa aos muçulmanos. Estas eram algumas das coisas escritas nas cartas: “Morte à América” “Morte a Israel” “Alá é grande!”
Foi depois provado desde então que o anthrax veio de um laboratório do exército americano, e nunca foi enviado por muçulmanos. Fica então a pergunta: Poderiam os 19 muçulmanos acusados dos sequestros terem sido usados como bode expiatório?
Se foram usados como bode expiatório, quem foi o responsável?
Logo depois dos ataques a enganosa CNN mostrou repetidamente um vídeo de segurança do aeroporto com Mohhamed Atta . O que a CNN não quis dizer ao público é que aquele vídeo a mostrar Mohhamed Atta era do aeroporto de Portland, Maine. Mohhamed Atta embarcou num avião em Portland e não embarcou no avião sequestrado em Boston. Não existe nenhum vídeo de segurança dos aeroportos de nenhum dos 19 muçulmanos acusados, embarcando em quaisquer dos aviões sequestrados.
Logo depois dos ataques do 11 de Setembro, a CNN informou, que o governo dos EUA tinha um vídeo que registava Osama Bin Laden a dizer à sua mãe, que algo grande estava prestes a acontecer e que ela não poderia vê-lo por um tempo. Mais tarde a CNN reconheceu publicamente que o seu relatório era falso.
Osama Bin Laden, constantemente negou o seu envolvimento no 11 de Setembro e alegou que os israelitas sionistas estavam por trás dos ataques.
De acordo com os relatórios de notícias Japonês, chinês e indiano Bin Laden foi morto no Afeganistão no Outono de 2001, e foi enterrado numa sepultura sem nome pelos seus próprios homens. Isto vai de encontro ao que disseram alguns ex-agentes da CIA, que constataram que a morte de Bin Laden iria ser usada mais tarde num momento politico mais importante, como vimos acontecer em 2011, precisamente a pouco tempo de eleições nos EUA.
No Halloween (dia das bruxas) de 2004 um pouco antes das eleições presidenciais Americanas, um homem vestido com uma roupa como a de Bin Laden, apareceu num video e, assumiu a autoria dos ataques do 11 de Setembro, assustou os eleitores americanos e enganou-os de forma a colocar Bush mais 4 anos na Casa branca.
Os sionistas extremistas acreditam que os judeus hebreus são o povo escolhido de deus, com o direito à terra de Israel dada por deus. O mundo muçulmano e milhões de europeus, incluindo o ex-ministro alemão da tecnologia Andreas Von Bulow, acreditam que os sionistas extremistas organizaram os ataques de 11 de Setembro na América para dar ignição à guerra contra o terror. Aquela guerra foi direccionada aos inimigos muçulmanos de Israel e foi disputada e paga, com o sangue, as vidas e o dinheiro de impostos dos cidadãos americanos aterrorizados. Já morreram milhões de pessoas na guerra ao terror, as mulheres de Bagdad, no Afeganistão, dormem com os filhos, de modo a que morram com eles se as suas casas forem bombardeadas.
Metade do mundo acredita que o 11 de Setembro foi uma conspiração por extremistas muçulmanos islâmicos que foram financiados por caridades muçulmanas. A outra metade acredita que foi uma conspiração realizada por judeus sionistas que foram financiados por caridades judaicas. Existe alguma evidência para acreditar nisso? Desde do 11 de Setembro, o director Muller do FBI, Jornais da BBC e ABC confirmaram que 7 dos 19 muçulmanos que tiveram o seu retrato na TV não morreram nas explosões do 11 de Setembro. Eles estavam vivos e bem de saúde, foram vítimas de roubo de identidade. Um muçulmano acusado dos 19, morreu um ano antes dos sequestros do 11 de Setembro terem ocorrido. Quem roubou as suas identidades? E porquê que o FBI não está a procura deles? Se os sequestradores eram mesmo muçulmanos, porquê que eles iriam roubar as identidades dos seus companheiros muçulmanos e envolve-los? Não seria melhor que eles roubassem identidades israelitas e culpassem um israelita? Vendo agora as coisas por outro ângulo, se os sequestradores fossem israelitas não seria melhor roubar identidades de muçulmanos e colocassem a culpa em muçulmanos? Acho que faz mais sentido.
 Embora ninguém tenha sido oficialmente condenado sobre os sequestros de 11 de Setembro, a CNN e os 5 monopólios da media ocidentais têm unicamente acusado e fazendo propaganda de uma conspiração muçulmana para com os americanos. Infelizmente, as únicas testemunhas oculares capazes de identificar positivamente os sequestradores morreram a bordo dos aviões sequestrados. Antes da auxiliar Amy Sweeney ser morta no sequestro do voo 11, ela pegou no telefone e informou que 4 homens parecendo meio orientais tinham sequestrado o avião. O facto é que os homens israelitas são homens meio-orientais . A voz do sequestrador, ouvida do gravador do avião sequestrado revela que o sotaque do sequestrador corresponde ao sotaque de um hebreu israelita.
Depois do 11 de Setembro, 1000 homens meio orientais que pareciam Muçulmanos foram levados sob custódia dos EUA. Mas a media nada falou sobre os 60 homens israelitas meio orientais que também foram mantidos sob custódia e sob grande sigilo.
No dia 11 de Dezembro de 2001, Carl Cameron do canal Fox News lançou a primeira de uma série de 4 partes, a falar sobre um grupo de israelitas que estavam entre os suspeitos do 11 de Setembro. Na série explica-se o facto que a evidência a ligar os israelitas ao 11 de Setembro era confidencial. Mas um relatório de pelo menos 61 páginas do departamento de justiça e administração dos EUA revelou que outros 120 israelitas que afirmavam ser artistas, também se estavam reunindo pouco depois do 11 de Setembro. Esses israelitas mais tarde admitiram que serviram no exército israelita nas unidades de explosivos electrónicos e inteligência militar. Será que os israelitas meio orientais que estavam detidos como suspeitos depois do 11 de Setembro roubaram as identidades dos muçulmanos acusados? O sinistro relatório A revela que por detrás da cortina militar israelita, militares israelitas tinha-se disfarçado como artistas e viveram na rua Sheridan em Hollywood, Flórida, logo abaixo da rua de Mohhamed Atta e outros 3 muçulmanos acusados.
No dia 18 de Agosto, cerca de 1 mês antes dos ataques ao WTC, um artigo do New York Times da repórter Shilla Kayne, descreveu um grupo de 4 artistas estrangeiros que subornaram a sua entrada no WTC alguns meses antes do 11 de Setembro. Os artistas ocuparam o espaço livre de custos do estúdio no andar 91 com outros 14 artistas e alegaram estarem a escrever um livro, chamado “The B-thing”. De alguma maneira estes chamados “artistas” fugiram à atenção das fortes companhias de segurança do WTC. O irmão de George W. Bush, Marvin Bush simplesmente tornou-se no director da securacom. A securacom fornecia a segurança electrónica para o WTC. Por alguma misteriosa coincidência, também fornecia segurança electrónica para a United Airlines (companhia onde pertencia um dos aviões sequestrados) no 11 de setembro e no aeroporto de Dallas também no 11 de Setembro. Então o quê que os 18 aritistas estrangeiros estavam realmente a fazer, vivendo de graça num dos locais de aluguer mais caros do mundo? Muitos engenheiros peritos e especialistas em demolição acreditam que as torres gémeas foram equipadas com explosivos, o que fez com que os edifícios se implodissem verticalmente numa demolição controlada típica. A razão pelo qual pareceu que os edifícios implodiram como uma demolição controlada, dizem os peritos, foi porque foi uma demolição controlada! Fotos e vídeos confirmam que ocorreram grandes explosões na base das duas torres, como também no edifício 7 antes que ele desmoronasse. No dia 24 de Setembro, o bombeiro Loui Catsiloli contou às pessoas a ligação e o ponto fraco deste plano: “Nós achávamos que o edifício tinha uma bomba armada”.
Essa alegação foi a de muitas testemunhas e bombeiros que ouviram as explosões antes da torre 1, torre 2 e edifício 7 terem desmoronado. O aço que sustentava as torres gémeas foi construído para resistir ao impacto de um avião de passageiros comercial. Mesmo assim, a explicação oficial para os desmoronamentos dos prédios é que o combustível queimado do avião aqueceu as vigas de aço de apoio e as fez entortar. Investigadores e peritos independentes insistem que é impossível o combustível do jacto queimar com oxigénio e derreter o aço, e que a maioria do combustível do jacto queimou-se fora dos edifícios em bolas de fogo claramente visíveis. Depois do impacto, a fumaça branca ficou preta, indicando uma diminuição de temperatura, não o aumento da temperatura como foi erradamente informado.
Porquê que a torre 2 que foi atingida em ultimo caiu primeiro, 53 minutos depois de ser atingida? A torre 1 caiu 1 hora e 28 minutos depois de ser atingida. Um mistério ainda maior é porquê que o edifício 7 de Larry Silverstein, desabou muito depois durante a tarde, embora nunca tivesse sido atingido…
Se estes 3 edifícios do world trade center estavam equipados com explosivos, quando é que instalaram esses explosivos? E quem controlou o acesso aos edifícios? O World trade center com 30 anos, sempre foi publicamente possuído e administrado pelas autoridades dos portos de Nova Iorque e Nova Jersey. Sempre foi assim até que um empresário judeu chamado Lewis Eisenberg tornou-se presidente dessa autoridade. Eisenberg é um líder activo das organizações judaicas sionistas. Ele pessoalmente inspeccionou as negociações que colocaram publicamente o WTC nas mãos de donos privados. Essas mãos pertencem a 2 bilionários judeus, que são sionistas profissionais, chamados Larry Silverstein e Frank Lowy, mesmo que as suas ofertas de compra fossem menores que outras ofertas. Lowy serviu como comandante no exército Israelita, e Silverstein simplesmente se tornou director da união de recursos judeu israelita. Com a ajuda de Eisenberg, eles fizeram um arrendamento de 99 anos que valia 8 biliões de dólares por menos de metade do preço, a 3,5 biliões. Durante as mudanças, renovações e troca de segurança, os explosivos poderiam facilmente ser instalados nos edifícios sem detecção. O irmão de Bush, Marvin Bush, não só era o director da empresa de segurança electrónica do WTC, ele era também o director da empresa de seguros de vida do WTC chamada Houston Casualty.  Essa empresa de seguros terminou com a cobertura de seguros para o WTC antes do 11 de setembro, no momento mais oportuno. Outra empresa suspeita ocupou os andares 16 e 17 da torre norte, essa empresa chamada Zim Israel-América Shipping (transportes por navegação) repentinamente cancelaram o aluguer dos 2 andares. Pagaram uma multa de 50 000 dólares e saíram do WTC a poucas semanas antes do 11 de Setembro. Esta empresa pertence à Zim Israel Navigation, a qual simplesmente pertence ao governo de Israel.
Se os novos donos Silverstein e Lowy sabiam do 11 de Setembro com antecedência, porquê que eles fariam um arrendamento de 99 anos a edifícios condenados? Simples, porque eles sabiam fazer a matemática. Silverstein comprou o WTC de 3.5 biliões com somente 15 milhões de entrada, que soma a quantia de 0,1% do valor total. Ele fez uma cobertura máxima de seguros contra ataques terroristas só 6 semanas antes dos ataques. A demolição dos edifícios do WTC elimina as despesas de Silverstein para uma “cirurgia plástica” de 800 milhões de dólares para melhorar edifícios de 30 anos de idade. Assim que o excepcional WTC foi finalmente construído, e expandido para uma área de mais de 11 milhões de metros quadrados de espaço para aluguer, Silverstein estava a embolsar biliões de dólares por mês. Enquanto isso, os contribuintes americanos cobriam as assim chamadas perdas de Silverstein. Depois veio o grande pagamento das apólices de seguro, com o seguro do mega terrorismo que Silverstein tirou a algumas semanas antes do 11 de Setembro. Silverstein está a exigir 200% de pagamento para 2 ataques do 11 de Setembro separados, ao invés de 1. A extorsão não tem limites.
As empresas de seguros de Silverstein chamadas Swiss Re and Munich Re, são uma das empresas sob investigação por saberem previamente sobre o 11 de Setembro, ao apostarem negativamente nas empresas envolvidas no 11 de Setembro, ganhando uma fortuna com essas apostas na bolsa, como já expliquei antes. Se as empresas de seguro de Silverstein sabiam com antecedência dos ataques, porquê que eles iriam pôr no seguro edifícios condenados? Será que essas gigantes empresas de seguros escolheram deixar achar pequenos vestígios para investigação de seguros, e ignorar as evidências de encobrimento do 11 de Setembro?
Desde então, Silverstein pagou os investidores e os grupos de empréstimos, colocou limite nos pedidos de compensação das vítimas e tornou-se publicamente no dono do WTC, no mais corrupto acordo estatal privado da história americana.
George W. Bush colocou bloqueios permanentes nas estradas, para impedir as investigações independentes sobre os eventos do 11 de Setembro. Os destroços dos edifícios foram rapidamente carregados para navios, que se dirigiram para a Ásia, sendo completamente destruídos e derretidos, de modo a que não houvesse forma de uma investigação limpa que leva-se a verdade ao povo americano e ao mundo. Quando o relatório do comité do senado sobre o 11 de Setembro foi publicado, 27 páginas que deveriam ligar os bancos internacionais ao 11 de Setembro foram censuradas. No dia 30 de Outubro de 2003, um documentário da CBC TV investigou os 10 anos de amizade, entre a família Bush, a família Bin Laden da Arábia saudita e a família real Saudita. Essa amizade inclui contribuição ilegal para campanhas presidenciais, e parecerias em empresas de petróleo e armas, como o grupo Carlyle.
Desde o 11 de Setembro, 2500 parentes de vítimas dos ataques terroristas arquivaram triliões de dólares de acções judiciais contra 7 bancos internacionais, contra os amigos sauditas de Bush e contra o governo americano por suprimir informação.
No dia 11 de Setembro, todos os voos americanos foram cancelados, e parentes desesperados das vítimas dos ataques, estavam sem transporte (avião), e assim impedidos de irem ter com os seus entes queridos. 48 Horas depois, dia 13 de Setembro, os voos privados ainda estavam proibidos, para descolar era preciso autorização do mais alto nível do governo. Nessa mesma manhã do dia 13, o príncipe da Arábia saudita visitou a casa branca. Mais tarde, naquele dia, algo ainda mais incomum começou a acontecer. Apesar da proibição de voo, vários aviões privados, desde Learjets a 747, estavam liberados para descolar de várias cidades, a bordo iam dúzias de sauditas de elite, quase todos os Bin Laden e a realeza Saudita.
Se 15 dos 19 muçulmanos acusados eram da Arábia saudita, porquê que a fúria de George W. Bush não foi direccionada para a Árabia saudita? Porquê que os EUA atacaram o Afeganistão e depois o Iraque, ambos ricos em petróleo e em ópio? Antes sequer do primeiro avião atingir a primeira torre no 11 de Setembro, uma formação militar massiva foi organizada próxima do Afeganistão, chamada “operação espada veloz” e “operação estrela brilhante”. 23 mil tropas britânicas foram enviadas para o golfo de Oman próximo do Afeganistão, e 70 mil tropas americanas juntaram-se às tropas da NATO próximas do Egipto. Todas estas forças estavam já posicionadas para os ataques nos países muçulmanos do Afeganistão e Iraque antes do 11 de Setembro.
O acto patriota (patriot act) foi um projecto para limitar os direitos e liberdades dos cidadãos americanos, e também foi projectado e escrito meses antes do primeiro avião sequer atingir a primeira torre.
Então quem exactamente foram os produtores desde filme de desastre real, que todos conhecem como 11 de Setembro? Quem embolsou biliões com informações prévias de compras no mercado de valores (Put options), 200 biliões e a subir, de contribuintes americanos aterrorizados, e muitos biliões de dólares pela conquista dos campos de petróleo do Iraque e dos campos de Ópio do Afeganistão. Ao contrario da opinião popular, os produtores do 11 de Setembro não foram judeus praticantes, e também não foram muçulmanos praticantes como a imprensa convencional anda a papaguear.
Os verdadeiros autores desta atrocidade foram uma rede secreta de piratas internacionais, que não se identificam com nenhuma nação, não têm bandeira nacional e não fazem parte de nenhuma religião estabelecida. A sua única bandeira seria um crânio com ossos cruzados, e os seus deuses seriam o ouro, petróleo e as drogas.
É importante que as pessoas entendam a diferença entre os termos judeus, hebreus e sionistas. A maioria da população de judeus do mundo são pessoas honestas, caridosas e honrosas, que praticam o judaísmo, seguem tradições religiosas e abraçam bons valores morais. O termo hebreu, refere-se à linguagem hebreia. Também se refere ao povo hebreu que são a raça dos descendentes das 12 tribos originais de Israel. O termo sionista, refere-se a políticos extremistas, que estão neste momento nos cargos mais importantes de Israel, e são responsáveis pelo assassinato de milhares de palestinianos. Eles acreditam que os Hebreus são o povo escolhido por deus, e que os Hebreus têm direito à terra dos muçulmanos palestinos. Porquê? Porque de acordo com a bíblia, deus disse que sim. Estes sionistas extremistas representam apenas uma pequena minoria de judeus e hebreus. Os cristãos que apoiam que Israel fique com as terras palestinianas, são chamados cristãos sionistas extremistas. O objectivo deles é ajudar a completar as profecias da história da bíblia. A bíblia, um livro mal traduzido e cheio de alegorias e metáforas, que foi em parte deturpado pelo imperador Constantino.
As pessoas tem que entender que as mentes por detrás deste assassinato em massa, planearam isto ao mínimo pormenor. Arranjaram bodes expiatórios, para fazer com que discutíssemos e nos desviássemos da verdadeira essência deste atentado. Eles lucraram do inicio ao fim. Induziram a imprensa mundial em contar uma história ridícula sem sentido. Gozaram com a nossa cara. Implementaram uma guerra ao terror que já custou a vida a milhões de pessoas. Destruiram as nossas liverdades. Nós não nos podemos policiar uns aos outros mais, temos que juntos extrair a verdade daqueles que nos jogaram areia para os olhos. Acreditem, esta elite é doentia, e os seus objectivos e agenda são para ser cumpridos. É um grande clube, e nós não estamos incluídos, somos a pedra no sapato.
Ps – Fiz este artigo como “resposta” ao documentário que deu na SIC na madrugada de 11 de Setembro de 2011. Um documentário que supostamente iria falar nas teorias conspiratórias à volta do 11 de Setembro, mas de que nada falou de relevante. Aliás ainda deu a entender que as provas de que há um encobrimento são escassas… Não me podia rir mais com essa afirmação. Tenho uma opinião quanto a esse documentário, foi ridículo e completamente destorcido da verdade.
Obrigado.  


"Uma nação de ovelhas atrairá um governo de lobos"

Edward R. Murrow

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Sistema anti-económico

Chegamos a um ponto da história humana e do planeta único. Um ponto de decisões importantes. Um ponto em que pela primeira vez alguns dos recursos mais importantes para a nossa vida se estão a esgotar. Estão-se a esgotar muito por causa do nosso consumismo desenfreado e sem precedentes. A maneira como a nossa sociedade se transformou no último sec. XX é simplesmente insustentável e as pessoas que vivem dentro da bolha (20% que consome 85% dos recursos naturais) não se poderia estar mais nas tintas, pelo menos a maior parte. É realmente alarmante quando temos 1% da população a consumir 25% dos recursos naturais enquanto morrem pessoas à fome à nossa volta. As pessoas com quem me dou no meu meio social não fazem ideia dos problemas que o planeta passa, estamos a fazer a nossa cama para uma catástrofe que se aproxima muito rapidamente, a menos que acordemos dos nossos estados de hibernação. Hoje em dia, a produção de petróleo atinge os 86 milhões de barris diários. Estima-se que daqui a 10 anos a sua produção não passe dos 14 milhões. Com isto quero dizer, que os nossos padrões de vida vão cair a pique, a vida a que estamos habituados e que recebemos de mão beijada sem merecer. Digo que não merecemos pois milhares de milhões estão a morrer pois nem água potável têm disponível. Estamos a chegar pela primeira vez a um processo que envolve o acabar dos nossos recursos finitos, sim são finitos, apesar de nos comportarmos como se eles fossem infinitos. O nosso consumismo grotesco é altamente estimulado pelas nossas chamadas sociedades modernas, tanto em áreas como o marketing, publicidade, padrões culturais, etc. Estudam-se agora áreas como o neuro-marketing que, basicamente estimula certas partes dos nossos cérebros de modo a que compremos coisas que nem precisamos. Uma coisa é necessidades, outras são vontades, e para poucos realizarem as suas vontades, outros morrem por falta de necessidades.
“Em vez de uma lei, uma solução”
Jacques Fresco
O que nos diz a palavra economia?
1. Regra e moderação nos gastos.
2. Habilidade em administrar os bens ou rendimentos.
3. Conjunto de leis que presidem à produção e distribuição das riquezas.
4. Proveito que resulta de gastar pouco.
5. Harmonia entre as diferentes partes de um corpo organizado e seu funcionamento geral.
Nenhum destes pontos é actualmente a nossa economia, então porque lhe chamamos economia? Não é um sistema sustentável, onde se gaste pouco, onde não haja desperdício. Não existem regras de moderação de gastos. Então porque não se chamar de anti-economia, o nosso sistema?
Criamos este jogo a que chama-mos sistema monetário, que é caracterizado pelo tão conhecido e desejado dinheiro. O dinheiro não é nada mais que papel, não tem qualquer recurso que o suporte, está tudo nas nossas cabeças. Se usar-mos dinheiro criado do nada para gastar preciosos recursos, isso só irá criar um gigante buraco ecológico no nosso meio ambiente, aliás, como já está a acontecer. Os economistas que hoje são “produzidos” nas universidades nem sequer sabem a origem do próprio nome economia, como já expliquei atrás. Pensam tal como a maioria das pessoas, que economia significa dinheiro, mexer em dinheiro, lidar com dinheiro… No sistema de hoje em dia significa erradamente isso. Mas num sistema sustentável e justo para todos, significava o exercício da boa distribuição das riquezas, sustentadamente.
Hoje em dia, a área financeira como as bolsas de valores, bancos e seguradoras é a que mais riqueza gera em todo o mundo, quando contribui ZERO para a nossa sociedade. Porque razão um engenheiro financeiro recebe 4, 5, 6 até 100 vezes mais que um engenheiro civil? Um engenheiro civil constrói pontes, um engenheiro financeiro constrói sonhos, que normalmente se transformam em pesadelos. Graças aos bancos e às bolsas de valores como a maligna Wall street, existe uma divida que nunca poderá ser paga, é impossível. Hoje em dia todas as nações mundiais estão em divida, porque dinheiro = divida. Se todo o dinheiro do mundo hoje em dia servisse para pagar a divida mundial, não se conseguiria pagar nem 30%... Isto porque se anda a criar dinheiro do nada como já disse. Os bancos vendem dinheiro por mais dinheiro, com os empréstimos de juros, ou seja a pessoa vai ter que criar mais dinheiro da sua parte para pagar dinheiro que teoricamente nem existe. Os bancos são desnecessários para uma sociedade feliz e sustenta. Se perguntar-mos na rua às pessoas como funciona um banco, a maioria não sabe, nem sabem que um banco nem precisa de dinheiro, porque o dinheiro que utilizam para os seus negócios, é o dinheiro das pessoas.
Outra grande característica do nosso modelo actual é a necessidade de criar problemas para bem dos mercados livres, como lhes chamam. A guerra, o terrorismo, o crime, tudo isso é bom para que o nosso grande mercado capitalista funcione na perfeição. Isso supostamente cria mais empregos, mais negocio. Por exemplo as empresas de armamento são dos negócios com mais lucro no mundo. Desperdiçamos preciosos recursos na construção de bombas, manda-mos edifícios ao ar e depois entram as empresas de construção, que por sua vez, lucram com a “reconstrução dos países”. O sistema funciona, os danos colaterais? Não interessam…
Os países para irem para as guerras necessitam de empréstimos bancários, que por sua vez criam mais dinheiro do nada, fazendo os países afundarem-se em dividas com dinheiro que nem existe.  Actualmente, se usássemos os recursos que já foram gastos com as guerras no Afeganistão e Iraque, daria para fazer com que África fosse um continente próspero e livre da fome por centenas de anos. Existe justiça? Com isto podemos compreender porquê que o 11 de Setembro foi arquitectado pelos mesmos senhores que fizeram “guerra ao terrorismo”, porque isso é lucrativo.
A violência é sempre problema genético das pessoas, nunca culpamos o sistema em si, a sociedade stressante e esgotante em que vivemos. As prisões hoje em dia são geridas por empresas privadas, que jogam na bolsa o número de prisioneiros que têm, isso sim é doentio. Então, em vez de tratar-mos as aptidões sociais de um assassino, prendemo-lo com outros assassinos de modo a estimular a sua violência. A violência não é uma característica humana, e ela não existiria se houvesse justiça e prosperidade numa sociedade que supostamente é livre. A violência tem de ser tratada como uma doença social e não a podemos estimular com as chamadas prisões. É o mesmo que tratar-mos um doente com gripe, prendendo-o com outros doentes com gripe numa sala fechada. É exactamente a mesma coisa.
O vício, quando pensamos em vício pensamos em consumo de drogas. Mas existem vários vícios, até o vício de ir às compras. Somos estimulados a consumir todos os dias, graças à área do marketing e publicidade. Actualmente as empresas gastam mais dinheiro na área publicitária do que propriamente na fabricação do seu produto ou ideia. Actualmente nem se pode chamar publicidade, mas sim lavagem cerebral. Os padrões de cultura ai entram em força, porque somos influenciados a comprar coisas, pois está na moda, é bonito, uma maneira de entrar na alta-roda da sociedade, etc. Resumo: o consumismo desenfreado como lhe chamo. Aqui também entra o vício da aquisição. Tal como vemos empresas a adquirir outras empresas mais pequenas cada vez mais, eliminando a competição e centralizando cada vez mais o poder. Centralizando mais o poder, deixam de existir regras de ética, e isto está relacionado com o vício do poder e do dinheiro.
Era aqui que queria chegar, a exclusão da ética, das regras, a inclusão da mentira e da injustiça. Actualmente, criar um produto duradouro e capaz é matematicamente impossível no nosso sistema (anti) económico. Isto porque se criássemos um produto duradouro, o nosso negócio iria por água abaixo, pois não teríamos mais possibilidades de pagar as contas da empresa. Necessitamos de criar um produto defeituoso ou com pouco potencial, de modo a que a pessoa volte mais tarde para comprar um novo, ou uma nova gama de produtos. Vemos isso a toda a hora, e vemos o desperdício a acumular-se em lixeiras por todo o mundo. Por exemplo, compramos 5,6,7 telemóveis num espaço de 5 anos, e os telemóveis têm materiais finitos, muito difíceis de explorar, como o cobre, o ouro ou o alumínio. Quando deixa de funcionar corremos logo a uma loja comprar um novo telemóvel, quando o problema poderia ser facilmente resolvido pela empresa. Isso seria dispendioso para a empresa que quer que o cliente compre um novo telemóvel. A maior parte dos computadores poderia ser facilmente arranjado ou actualizado, mas em média compramos 6 computadores por vida. Por isso, está fora de questão criar um bom produto, pois as empresas querem que o consumo continue, de modo a que lucrem cada vez mais, enquanto a nossa pegada ecológica vai crescendo bizarramente.
Não podemos viver mais com disparidades, do tipo pessoas com obesidade mórbida no chamado mundo ocidental e pessoas em subnutrição nos países em “subdesenvolvimento”.  Não podemos mais continuar a desenterrar preciosos minerais que demoraram milhões de anos a formarem-se, ou combustíveis fosseis que demoraram outros milhões. Temos grandes alternativas, como as energias renováveis, existem tantas, como o vento, o mar, o sol, a terra ou mesmo as ondas.
Continuamos a por vontades à frente de necessidades de outros, isso é grotesco.
Soluções? Uma verdadeira economia baseada em recursos. Uma economia baseada em recursos livre de interesses, onde as necessidades da população estão acima de tudo, tal como as necessidades do nosso ecossistema. Numa sociedade que seja sustentável, onde toda a gente viva num clima de justiça e prosperidade, as vontades irão ser satisfeitas por si só. A busca de felicidade em torno do dinheiro está errada, e dai se pode ver o stress e depressões em que está mergulhada a nossa sociedade. O dinheiro e a posse de materiais nunca trouxeram felicidade, trouxeram destruição e desigualdade. A tecnologia hoje em dia dá-nos a liberdade para ter um mundo que seja capaz de ser sustentável. Com a eliminação de injustiça, stress e competição, vem a consequente eliminação da violência. Os poucos casos que existam de violência então, serão tratados como pacientes e não como prisioneiros. Um verdadeiro sistema de saúde, livre de empresas gananciosas que lucram com os problemas (criação de falsas pandemias). Um projecto deste tipo já está a ser desenvolvido, o chamado “Vénus Project”, arquitectado na sua maioria por um senhor chamado Jacques Fresco, que trabalhou nele durante 75 anos. Vou descrever o melhor que poder sobre este projecto.
O projecto foi fundado em 1975, por Fresco e por Roxanne Meadows em Vénus, Florida. Ele foi fundado na ideia de que a pobreza é causada pela sufocação do progresso da tecnologia, causada pelo sistema económico mundial baseado no lucro e nas instituições conservadoras que nele se apoiam.
Fresco acha que se, o progresso da tecnologia fosse exercido independentemente da necessidade de lucro, poderiam ser postas em prática maneiras de multiplicar e aproveitar melhor os recursos naturais da Terra, criando assim uma (economia baseada em recursos) que eliminaria a escassez e permitiria que ninguém sofresse de privações. Esta abundância recém-descoberta reduziria a tendência humana à dependência, corrupção e ganância. Sem privações e sem a alienação do próprio potencial de criação perante a necessidade de lucro, as pessoas seriam livres para criar e desenvolver projectos pessoais, ajudando, assim, no desenvolvimento de toda a comunidade. Fundamental para o projecto, é a eliminação do actual sistema monetário e a sua substituição (economia baseada em recursos). A existência do dinheiro é ligada à existência de crimes, corrupção, pobreza, poluição, guerras, escassez e outros problemas contemporâneos.
Actualmente o centro de pesquisa de Fresco é uma propriedade de 21 acre (85 000 m2) que contêm várias construções do seu design, onde eles trabalham em livros e filmes para demonstrar os seus conceitos e ideias. Fresco produziu um extenso número de modelos em pequena escala baseados em seus desenhos, bem como varias edificações construídas com base nos seus conceitos de simplicidade, sustentabilidade e estética. Com edifícios em forma de domo altamente resistentes e eficientes, separados por lagos, jardins e trilhas projectados de maneira que de uma construção não seja possível ver a outra, dando oportunidade a frequentes visitantes de vislumbrar um pouco do mundo de amanhã de Fresco. Ele e a sua equipa também foram responsáveis pelos famosos documentários/filmes Zeitgeist.
O seu projecto é na verdade muito simples, dando às pessoas tempo para viverem as suas vidas, fazerem o que gostam, terem os recursos básicos ou necessidades garantidos (no centro de cada cidade) e produtos da mais avançada tecnologia e duradouros. Isso é possível com a eliminação do obrigatório lucro de hoje em dia.  
É muito real o perigo que enfrentados daqui para a frente, pois nenhuma civilização esgotou os recursos planetários da forma como nós esgotamos, é mudar ou morrer. É da ocorrência de todos que o mundo em que vivemos hoje está mergulhado na ganância, violência e desrespeito pelo outro, isso tudo por causa do nosso “jogo económico” e do seu fictício dinheiro. Fomos nós que o inventamos, é nosso dever elimina-lo.
Obrigado.

“Não existe gente má ou boa. Existe gente criada em certos ambientes”
Jacques Fresco

“Não é saudável estar adaptado a uma sociedade profundamente doente”
David Icke

“A liberdade que há no capitalismo é a do cão preso de dia e solto à noite”
Agostinho Silva