« Pode-se enganar a todos por pouco tempo, pode-se enganar alguns o tempo todo, mas não se pode enganar a todos o tempo todo. » J. F. Kennedy

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Sistema anti-económico

Chegamos a um ponto da história humana e do planeta único. Um ponto de decisões importantes. Um ponto em que pela primeira vez alguns dos recursos mais importantes para a nossa vida se estão a esgotar. Estão-se a esgotar muito por causa do nosso consumismo desenfreado e sem precedentes. A maneira como a nossa sociedade se transformou no último sec. XX é simplesmente insustentável e as pessoas que vivem dentro da bolha (20% que consome 85% dos recursos naturais) não se poderia estar mais nas tintas, pelo menos a maior parte. É realmente alarmante quando temos 1% da população a consumir 25% dos recursos naturais enquanto morrem pessoas à fome à nossa volta. As pessoas com quem me dou no meu meio social não fazem ideia dos problemas que o planeta passa, estamos a fazer a nossa cama para uma catástrofe que se aproxima muito rapidamente, a menos que acordemos dos nossos estados de hibernação. Hoje em dia, a produção de petróleo atinge os 86 milhões de barris diários. Estima-se que daqui a 10 anos a sua produção não passe dos 14 milhões. Com isto quero dizer, que os nossos padrões de vida vão cair a pique, a vida a que estamos habituados e que recebemos de mão beijada sem merecer. Digo que não merecemos pois milhares de milhões estão a morrer pois nem água potável têm disponível. Estamos a chegar pela primeira vez a um processo que envolve o acabar dos nossos recursos finitos, sim são finitos, apesar de nos comportarmos como se eles fossem infinitos. O nosso consumismo grotesco é altamente estimulado pelas nossas chamadas sociedades modernas, tanto em áreas como o marketing, publicidade, padrões culturais, etc. Estudam-se agora áreas como o neuro-marketing que, basicamente estimula certas partes dos nossos cérebros de modo a que compremos coisas que nem precisamos. Uma coisa é necessidades, outras são vontades, e para poucos realizarem as suas vontades, outros morrem por falta de necessidades.
“Em vez de uma lei, uma solução”
Jacques Fresco
O que nos diz a palavra economia?
1. Regra e moderação nos gastos.
2. Habilidade em administrar os bens ou rendimentos.
3. Conjunto de leis que presidem à produção e distribuição das riquezas.
4. Proveito que resulta de gastar pouco.
5. Harmonia entre as diferentes partes de um corpo organizado e seu funcionamento geral.
Nenhum destes pontos é actualmente a nossa economia, então porque lhe chamamos economia? Não é um sistema sustentável, onde se gaste pouco, onde não haja desperdício. Não existem regras de moderação de gastos. Então porque não se chamar de anti-economia, o nosso sistema?
Criamos este jogo a que chama-mos sistema monetário, que é caracterizado pelo tão conhecido e desejado dinheiro. O dinheiro não é nada mais que papel, não tem qualquer recurso que o suporte, está tudo nas nossas cabeças. Se usar-mos dinheiro criado do nada para gastar preciosos recursos, isso só irá criar um gigante buraco ecológico no nosso meio ambiente, aliás, como já está a acontecer. Os economistas que hoje são “produzidos” nas universidades nem sequer sabem a origem do próprio nome economia, como já expliquei atrás. Pensam tal como a maioria das pessoas, que economia significa dinheiro, mexer em dinheiro, lidar com dinheiro… No sistema de hoje em dia significa erradamente isso. Mas num sistema sustentável e justo para todos, significava o exercício da boa distribuição das riquezas, sustentadamente.
Hoje em dia, a área financeira como as bolsas de valores, bancos e seguradoras é a que mais riqueza gera em todo o mundo, quando contribui ZERO para a nossa sociedade. Porque razão um engenheiro financeiro recebe 4, 5, 6 até 100 vezes mais que um engenheiro civil? Um engenheiro civil constrói pontes, um engenheiro financeiro constrói sonhos, que normalmente se transformam em pesadelos. Graças aos bancos e às bolsas de valores como a maligna Wall street, existe uma divida que nunca poderá ser paga, é impossível. Hoje em dia todas as nações mundiais estão em divida, porque dinheiro = divida. Se todo o dinheiro do mundo hoje em dia servisse para pagar a divida mundial, não se conseguiria pagar nem 30%... Isto porque se anda a criar dinheiro do nada como já disse. Os bancos vendem dinheiro por mais dinheiro, com os empréstimos de juros, ou seja a pessoa vai ter que criar mais dinheiro da sua parte para pagar dinheiro que teoricamente nem existe. Os bancos são desnecessários para uma sociedade feliz e sustenta. Se perguntar-mos na rua às pessoas como funciona um banco, a maioria não sabe, nem sabem que um banco nem precisa de dinheiro, porque o dinheiro que utilizam para os seus negócios, é o dinheiro das pessoas.
Outra grande característica do nosso modelo actual é a necessidade de criar problemas para bem dos mercados livres, como lhes chamam. A guerra, o terrorismo, o crime, tudo isso é bom para que o nosso grande mercado capitalista funcione na perfeição. Isso supostamente cria mais empregos, mais negocio. Por exemplo as empresas de armamento são dos negócios com mais lucro no mundo. Desperdiçamos preciosos recursos na construção de bombas, manda-mos edifícios ao ar e depois entram as empresas de construção, que por sua vez, lucram com a “reconstrução dos países”. O sistema funciona, os danos colaterais? Não interessam…
Os países para irem para as guerras necessitam de empréstimos bancários, que por sua vez criam mais dinheiro do nada, fazendo os países afundarem-se em dividas com dinheiro que nem existe.  Actualmente, se usássemos os recursos que já foram gastos com as guerras no Afeganistão e Iraque, daria para fazer com que África fosse um continente próspero e livre da fome por centenas de anos. Existe justiça? Com isto podemos compreender porquê que o 11 de Setembro foi arquitectado pelos mesmos senhores que fizeram “guerra ao terrorismo”, porque isso é lucrativo.
A violência é sempre problema genético das pessoas, nunca culpamos o sistema em si, a sociedade stressante e esgotante em que vivemos. As prisões hoje em dia são geridas por empresas privadas, que jogam na bolsa o número de prisioneiros que têm, isso sim é doentio. Então, em vez de tratar-mos as aptidões sociais de um assassino, prendemo-lo com outros assassinos de modo a estimular a sua violência. A violência não é uma característica humana, e ela não existiria se houvesse justiça e prosperidade numa sociedade que supostamente é livre. A violência tem de ser tratada como uma doença social e não a podemos estimular com as chamadas prisões. É o mesmo que tratar-mos um doente com gripe, prendendo-o com outros doentes com gripe numa sala fechada. É exactamente a mesma coisa.
O vício, quando pensamos em vício pensamos em consumo de drogas. Mas existem vários vícios, até o vício de ir às compras. Somos estimulados a consumir todos os dias, graças à área do marketing e publicidade. Actualmente as empresas gastam mais dinheiro na área publicitária do que propriamente na fabricação do seu produto ou ideia. Actualmente nem se pode chamar publicidade, mas sim lavagem cerebral. Os padrões de cultura ai entram em força, porque somos influenciados a comprar coisas, pois está na moda, é bonito, uma maneira de entrar na alta-roda da sociedade, etc. Resumo: o consumismo desenfreado como lhe chamo. Aqui também entra o vício da aquisição. Tal como vemos empresas a adquirir outras empresas mais pequenas cada vez mais, eliminando a competição e centralizando cada vez mais o poder. Centralizando mais o poder, deixam de existir regras de ética, e isto está relacionado com o vício do poder e do dinheiro.
Era aqui que queria chegar, a exclusão da ética, das regras, a inclusão da mentira e da injustiça. Actualmente, criar um produto duradouro e capaz é matematicamente impossível no nosso sistema (anti) económico. Isto porque se criássemos um produto duradouro, o nosso negócio iria por água abaixo, pois não teríamos mais possibilidades de pagar as contas da empresa. Necessitamos de criar um produto defeituoso ou com pouco potencial, de modo a que a pessoa volte mais tarde para comprar um novo, ou uma nova gama de produtos. Vemos isso a toda a hora, e vemos o desperdício a acumular-se em lixeiras por todo o mundo. Por exemplo, compramos 5,6,7 telemóveis num espaço de 5 anos, e os telemóveis têm materiais finitos, muito difíceis de explorar, como o cobre, o ouro ou o alumínio. Quando deixa de funcionar corremos logo a uma loja comprar um novo telemóvel, quando o problema poderia ser facilmente resolvido pela empresa. Isso seria dispendioso para a empresa que quer que o cliente compre um novo telemóvel. A maior parte dos computadores poderia ser facilmente arranjado ou actualizado, mas em média compramos 6 computadores por vida. Por isso, está fora de questão criar um bom produto, pois as empresas querem que o consumo continue, de modo a que lucrem cada vez mais, enquanto a nossa pegada ecológica vai crescendo bizarramente.
Não podemos viver mais com disparidades, do tipo pessoas com obesidade mórbida no chamado mundo ocidental e pessoas em subnutrição nos países em “subdesenvolvimento”.  Não podemos mais continuar a desenterrar preciosos minerais que demoraram milhões de anos a formarem-se, ou combustíveis fosseis que demoraram outros milhões. Temos grandes alternativas, como as energias renováveis, existem tantas, como o vento, o mar, o sol, a terra ou mesmo as ondas.
Continuamos a por vontades à frente de necessidades de outros, isso é grotesco.
Soluções? Uma verdadeira economia baseada em recursos. Uma economia baseada em recursos livre de interesses, onde as necessidades da população estão acima de tudo, tal como as necessidades do nosso ecossistema. Numa sociedade que seja sustentável, onde toda a gente viva num clima de justiça e prosperidade, as vontades irão ser satisfeitas por si só. A busca de felicidade em torno do dinheiro está errada, e dai se pode ver o stress e depressões em que está mergulhada a nossa sociedade. O dinheiro e a posse de materiais nunca trouxeram felicidade, trouxeram destruição e desigualdade. A tecnologia hoje em dia dá-nos a liberdade para ter um mundo que seja capaz de ser sustentável. Com a eliminação de injustiça, stress e competição, vem a consequente eliminação da violência. Os poucos casos que existam de violência então, serão tratados como pacientes e não como prisioneiros. Um verdadeiro sistema de saúde, livre de empresas gananciosas que lucram com os problemas (criação de falsas pandemias). Um projecto deste tipo já está a ser desenvolvido, o chamado “Vénus Project”, arquitectado na sua maioria por um senhor chamado Jacques Fresco, que trabalhou nele durante 75 anos. Vou descrever o melhor que poder sobre este projecto.
O projecto foi fundado em 1975, por Fresco e por Roxanne Meadows em Vénus, Florida. Ele foi fundado na ideia de que a pobreza é causada pela sufocação do progresso da tecnologia, causada pelo sistema económico mundial baseado no lucro e nas instituições conservadoras que nele se apoiam.
Fresco acha que se, o progresso da tecnologia fosse exercido independentemente da necessidade de lucro, poderiam ser postas em prática maneiras de multiplicar e aproveitar melhor os recursos naturais da Terra, criando assim uma (economia baseada em recursos) que eliminaria a escassez e permitiria que ninguém sofresse de privações. Esta abundância recém-descoberta reduziria a tendência humana à dependência, corrupção e ganância. Sem privações e sem a alienação do próprio potencial de criação perante a necessidade de lucro, as pessoas seriam livres para criar e desenvolver projectos pessoais, ajudando, assim, no desenvolvimento de toda a comunidade. Fundamental para o projecto, é a eliminação do actual sistema monetário e a sua substituição (economia baseada em recursos). A existência do dinheiro é ligada à existência de crimes, corrupção, pobreza, poluição, guerras, escassez e outros problemas contemporâneos.
Actualmente o centro de pesquisa de Fresco é uma propriedade de 21 acre (85 000 m2) que contêm várias construções do seu design, onde eles trabalham em livros e filmes para demonstrar os seus conceitos e ideias. Fresco produziu um extenso número de modelos em pequena escala baseados em seus desenhos, bem como varias edificações construídas com base nos seus conceitos de simplicidade, sustentabilidade e estética. Com edifícios em forma de domo altamente resistentes e eficientes, separados por lagos, jardins e trilhas projectados de maneira que de uma construção não seja possível ver a outra, dando oportunidade a frequentes visitantes de vislumbrar um pouco do mundo de amanhã de Fresco. Ele e a sua equipa também foram responsáveis pelos famosos documentários/filmes Zeitgeist.
O seu projecto é na verdade muito simples, dando às pessoas tempo para viverem as suas vidas, fazerem o que gostam, terem os recursos básicos ou necessidades garantidos (no centro de cada cidade) e produtos da mais avançada tecnologia e duradouros. Isso é possível com a eliminação do obrigatório lucro de hoje em dia.  
É muito real o perigo que enfrentados daqui para a frente, pois nenhuma civilização esgotou os recursos planetários da forma como nós esgotamos, é mudar ou morrer. É da ocorrência de todos que o mundo em que vivemos hoje está mergulhado na ganância, violência e desrespeito pelo outro, isso tudo por causa do nosso “jogo económico” e do seu fictício dinheiro. Fomos nós que o inventamos, é nosso dever elimina-lo.
Obrigado.

“Não existe gente má ou boa. Existe gente criada em certos ambientes”
Jacques Fresco

“Não é saudável estar adaptado a uma sociedade profundamente doente”
David Icke

“A liberdade que há no capitalismo é a do cão preso de dia e solto à noite”
Agostinho Silva





terça-feira, 2 de agosto de 2011

Aquecimento global

 A Aldrabice
Uma das maiores falcatruas em direcção à tirania é o “aquecimento global” ou, as “alterações climáticas”. Este argumento está a ser usado para introduzir uma nova gama de impostos e taxas, regulamentos e controlos, para “salvarmos o planeta”. Acreditem, é tudo uma gigante treta, e claro explicarei porquê.
O promotor desta mentira é o enganador Al Gore , o agora líder espiritual dos aquecimentos globais, guiado por uma limusina a gás, vencedor de um Nobel e responsável pelo documentário mais visto e mais bem sucedido da história, que também recebeu um Óscar. A razão por ter sido o mais visto de sempre é porque foi o mais propagandeado de sempre. O objectivo deste documentário era que fosse visto por todos, de modo a que o plano seguisse em frente. O documentário tocou-nos no coração, admito que a mim também na altura.
A primeira pessoa a alertar-me para o facto de não haver NENHUMA PROVA que suporte a teoria do dióxido de carbono ser o responsável pelo aquecimento que estamos a presenciar foi o meu professor de geografia do 12º ano. Não percebi muito bem na altura o que ele quis dizer com aquilo, já que eu dava essa teoria já como facto ou dado adquirido. Na verdade vim a perceber mais tarde que era tudo uma armadilha para nos aprisionar mais em dívidas, e claro como já disse anteriormente, divida = controlo.
O documentário deste senhor foi colocado em todas as escolas secundarias da Europa e dos EUA, como parte do plano para manipular as mentes dos jovens de que o aquecimento global se deve a actividade humana, aumentando o potencial para controlo, taxação, supressão, leis internacionais e centralização do poder. O alegado vilão ou Satanás desta nova religião (aquecimento global) é o efeito de estufa, produzido pelos gases de dióxido de carbono, que saem dos tubos de escape das viaturas e das fábricas industriais. Afirma-se que estão a cobrir a atmosfera, criando uma barreira que impede o calor de fugir para o espaço. Somos incitados em tornarmo-nos “neutros” em carbono e lavarmos os nossos pecados do “consumo de carbono”, a versão do culto do baptismo. O Al Gore pensou em tudo. Ele é o porta voz da aldrabice do carbono, ele montou uma empresa para ajudar a comprar a sua neutralidade de carbono. Este é um texto sobre essa empresa:
“Por isso o Al pode comprar as suas acções de carbono a si próprio. Melhor ainda, ele pode comprá-las com dinheiro que receber da sua relação de longa data com o petróleo ocidental. Vê como é fácil tornar-se neutro em carbono? Tudo o que basta é ter um gazilião de acções de uma petrolífera, começar uma empresa de eco-acções , para fazer alguns investimentos amigos do ambiente, usar uma pequena porção dos seus lucros massivos com o petróleo, para comprar alguns créditos de carbono, dedutíveis nos impostos, à sua própria empresa. Agora também você poderá começar a salvar o planeta, enquanto faz dinheiro e deixa uma pegada ambiental do tamanho aproximado à do godzilla.”
Que homem! Este é o homem que todos aplaudem, cria uma empresa e depois toda uma campanha de promoção, que inclui Nobel da paz e um Óscar. Compra o carbono aos outros, continua a enriquecer, a poluir, mas é o salvador. Gore e os seus “cientistas de alterações climáticas” continuam a treinar outros “pequenos Gore”, a apresentar a sua versão do aquecimento global e assim, a espalhar a sua palavra.
Não me vou aprofundar muito no assunto Al Gore, apenas dei um gostinho deste senhor, mas há muito mais para dizer, que ficará para outra altura. Vou-me focar no assunto do aquecimento global em si.
Tudo se tornou mais claro, quando o documentário “uma verdade inconveniente” de 2006, que foi seguido por uma relatório das nações unidas, permitiu a criação de um painel inter-governamental para as alterações climáticas (IPCC), que nos disse de forma oficial que o aquecimento global é causado pelas emissões de carbono humanas e que não deveríamos preocuparmo-nos com outras explicações. Desde que isto foi publicado, em Fevereiro de 2007, sob grande cobertura da imprensa, a história da poluição como geradora do aquecimento global tornou-se incontestável. Achim Steiner, a directora executiva do programa ambiental das nações unidas, disse que as descobertas eram um “marco histórico” no debate sobre se os humanos estavam ou não a influenciar o estado da atmosfera. Esta é a sua conclusão – “trata-se de uma série de provas inequívocas que mostram que a queima de combustíveis fósseis e as alterações no uso da terra, estão a afectar o clima do nosso planeta”, disse ela. O IPCC não é uma organização científica, que faça a sua própria pesquisa sobre o ambiente. É um corpo político que calcula as provas publicadas nos relatórios, contando com os seus próprios objectivos políticos. As nações unidas foram manipuladas por grupos como o conselho de relações internacionais e mesmo os terrenos onde a sua sede se ergue hoje, foram doados pelos Rockefellers (Donos do conselho de relações internacionais). Mistura Al Gore às nações unidas e obterás uma mistura volátil, no que toca à verdade. O presidente da República checa, Václav Klaus, foi uma voz rara de sanidade, na apresentação do relatório do IPCC, ele disse:
“O IPCC não é uma instituição científica: é um corpo político, uma espécie de organização não-governamental chegada aos verdes. Não é um fórum de cientistas neutros, nem um grupo equilibrado de cientistas. Estas pessoas são cientistas politizados, que chegam a estas conclusões com uma visão unilateral e uma tarefa unilateral”
Os cientistas nunca deveriam escolher lados, deveriam se reger apenas pelas provas e pesquisas, questionar as coisas, afinal, isso é ser cientista. Quando temos cientistas já com pré-conceitos definidos, ideias definidas, com lados escolhidos, que raio de pesquisa razoável iremos ter? Claro que iremos ter uma pesquisa virada para as suas ideias e presunções.
Christopher Landsea, oficial de ciência e operações para o centro nacional de furacões dos Estados unidos, demitiu-se do IPCC, em protesto contra a própria parcialidade que Klaus falava. Landsea disse: “pessoalmente não posso, em boa fé, continuar a contribuir para um processo que vejo como um plano político pré-concebido, que é claramente inseguro”. O professor Paul Reiter, do departamento de Entomologia do instituto Pasteur, em Paris, que esteve no IPCC, também se demitiu, dizendo que a afirmação de que se trata dos melhores 2500 cientistas do mundo não é verdadeira: “…olhando para as bibliografias daquelas pessoas, vê-se que não é verdade. Muitas delas nem sequer têm formação científica”. O professor Richard Lindzen , do IPCC e do Massachusetts institute of technology (MIT), disse que para chegar às 2500 pessoas, tiveram de incluir revisores e pessoal do governo e “outros com carreiras semelhantes”, que grandes cientistas… Ele adiciona ainda que não foi pedido a nenhum dos cientistas, que concordasse com os relatórios e de facto, muitos discordaram. Ele diz ainda: “As pessoas decidiram que temos de convencer outras pessoas de que, se não houver cientistas a discordar, então as pessoas também não devem discordar”. É esta a “ciência” sob o qual estão a ser implementadas grandes mudanças, para reduzir as emissões de carbono e “salvar o planeta”, quando não são as emissões de carbono a causa do aquecimento global.
O professor Paul Reiter, uma das maiores autoridades mundiais das doenças tropicais, deu um exemplo da parcialidade e das inexactidões do relatório do IPCC. Dizia que as doenças tropicais, tais como a malária, poderiam espalhar-se a outras regiões, com um pequeno aumento da temperatura, devido ao aumento do movimento dos insectos. “As espécies de mosquito que transmitem malária não sobrevivem em locais onde as temperaturas de inverno baixam dos 18-16 graus centígrados”, dizia o relatório “inquestionável” do IPCC. O professor Reiter salienta que os mosquitos proliferam em temperaturas frias e, por vezes, até mesmo no árctico. Há 13 milhões de casos de malária por ano na Rússia e no círculo árctico. Ele referiu ter ficado horripilado ao ler os segundo e terceiro relatórios de avaliação, por conterem tanta desinformação… virtualmente sem qualquer menção à literatura científica, à verdadeira literatura cientifica… pelos peritos nesses campos. Quando rescindiu e pediu que o seu nome fosse retirado da lista de cientistas, teve de ameaçar com uma acção legal para o conseguir fazer:
“Penso que isto acontece muito; aquelas pessoas que são especialistas, mas não concordam com a polémica, demitem-se. Existem outras que simplesmente são adicionadas à lista e tornam-se assim parte dos 2500 melhores cientistas mundiais.”
O professor Frederick Seitz, antigo presidente da academia nacional de ciências, revelou uma carta enviada ao “The wall street journal”, que o IPCC censurou os comentários de cientistas, tendo sido apagadas 15 ideias chave do capítulo científico, já que não apoiavam os planos políticos de culpar o carbono do aquecimento global. O professor Seitz disse: “…este relatório não é aquilo que aparenta ser, não é uma versão aprovada pelos cientistas, cujo nome aparece na capa”. Duas das secções apagadas diziam:
“Nenhuns dos estudos citados anteriormente mostram provas claras de que possamos atribuir as alterações climáticas que se vêem hoje em dia, ao aumento da concentração atmosférica de gases de estufa."
"Nenhum estudo até esta data atribuiu a totalidade ou parte (das alterações climáticas) a causas antropogénicas (causadas pelo homem).”
O professor Seitz diz ainda que “nunca tinha testemunhado uma tão perturbante corrupção no processo de revisão de um documento, do que aquele que observou no relatório do IPCC”. Os autores admitiram que foram omitidas partes e disseram que isso foi feito a pedido “dos governos, cientistas individuais e organizações não-governamentais”. Por outras palavras é um documento político e não cientifico, de uma organização política e não científica.
Então todo este aparato a volta dos gases efeito de estufa e aquecimento global, foi conseguido através de um relatório político cheio de erros científicos, tido como facto, ok. Vamos continuar
Outra marca da mão da elite por detrás de tudo isto, é o facto de quem se opuser a esta versão oficial e a desafiar, seja alvo de assassínio de personalidade e hostilidades, simplesmente por ter uma opinião diferente. Temos agora o maior rótulo para aqueles que não acreditam no conto de fadas das alterações climáticas: “desmentidor do aquecimento global”. Isto está a tornar-se um padrão para todos os que contestam as versões oficiais dos factos, seja do 11 de Setembro, seja do holocausto, etc. Aqueles que duvidam publicamente das provas que é o carbono que está a provocar as alterações climáticas, gritam abertamente sobre as cabeças ocas dos que acreditam cegamente na história oficial e a imprensa ataca, ferozmente qualquer um que queira abrir o debate – “ele questiona a ortodoxia, o “deus” que nos deram; apanhem-no, matem-no, esfolem-no”. O que temos aqui é mais um problema – acção – reacção. Estão a reunir o factor medo para aterrorizarem as pessoas ao ponto de que elas estejam dispostas a pagar uma “taxação de carbono” e outros impostos e fins de liberdade, para combater o “aquecimento global” (vejam o combate ao terrorismo, combater pela paz). É-nos dito continuadamente para estarmos alerta às nossas “pegadas de carbono” e as classes educadas parecem falar de pouco mais, enquanto escrevo isto. Richard Lindzen, professor de meteorologia no MIT, foi atacado quando disse isto:
“Estamos a afastarmo-nos da ciência e a entrar no reino do fanatismo religioso, onde os seguidores do credo, cheios de auto-consciência, acreditam estar na posse de uma verdade superior… E tal como em muitas religiões, o caminho para a salvação pessoal reside no cumprimento de rituais supersticiosos, tais como mudar uma lâmpada ou plantar uma arvore depois de cada viajem de avião.”
Claro que a poluição de carros, aviões e fábricas não é coisa boa, e seria óptimo se houvesse menos destas coisas na atmosfera para respirar, mas não é essa a questão. Precisamos de saber se isso está realmente a afectar o aquecimento da temperatura global, porque isso está a tornar-se numa desculpa para tirar mais dinheiro das nossas mãos e impor freios draconianos à nossa liberdade. Já ouvi dizer os ingénuos que a indústria petrolífera e indústria energética também dizem que não há provas e por isso não devem fazer parte da cabala. Acordem!! O Al Gore é quem mais rende com a indústria petrolífera. A força por detrás dos governos e do Al Gore também controla as empresas transnacionais e no fim, todo o dinheiro vai para o mesmo pote, seja pela manipulação dos governos, seja pela manipulação das empresas. É tudo um jogo, um filme que retrata diferentes lados quando, no topo da pirâmide, apenas existe um. O aquecimento global é apenas mais um dos seus esquemas, após a “guerra fria”, a “guerra ao terror” e todos os outros. Tudo isto tem um único fim, provocar-nos o medo, para procurarmos a ajuda daqueles que provocaram o problema na primeira instância e, assim ter-nos na mão.
Vamos guiar-nos agora por alguma verdadeira ciência, sem jogos ou interesses, alguma sanidade científica.
Então o que realmente está a acontecer para a subida das temperaturas que assistimos hoje?
É-nos dito que a Terra está mais quente do que alguma vez esteve, desde que começaram os registos. Isso pode ser verdade, mas quando é que se iniciaram os registos? Uma reportagem da BBC, no inicio de 2007, disse que esse ano seria “o mais quente de que há registo”, desde que os registos começaram em…1914. Outros registos globais aparentam ir tão atrás no tempo como…1860. O que é que isso nos diz quando os ciclos planetários podem ser medidos em milhares, dezenas de milhar e mesmo milhões de anos? Um estudo de uma equipa da universidade de Harvard, que envolveu a análise de 240 estudos científicos, mostrou que as temperaturas de hoje estão longe das épocas mais quentes dos últimos mil anos e que nem sequer estamos a experienciar os padrões climáticos mais extremos. A equipa estudou dados daquilo a que chama indicadores climatológicos, sejam os anéis de árvores, as cores no gelo, ou os relatos históricos. As suas descobertas foram publicadas no jornal “energia e ambiente”. Disseram que tinha havido um período quente medieval, entre os séculos IX e XIV, e que nesse período as temperaturas estiveram mais altas do que aquelas que temos hoje. Alguma vez ouviste falar de bombas de gasolina e de fábricas medievais?
Houve também uma idade do bronze, há cerca de 9000 anos, conhecida como o Holocene Maximum, em que as temperaturas estiveram 3 graus acima da média de hoje, durante milénios. Como pode isso ter sido originado pelo homem? As florestas floresceram por toda a América do norte e toda a parte e não houve catástrofe nenhuma, tal como não houve na idade medieval. O estudo de Harvard confirma também que houve uma pequena idade do gelo, há cerca de 700 anos, com um arrefecimento repentino, antes das temperaturas voltarem a subir. Durante essa pequena idade do gelo, que se iniciou no século XV, o rio Tamisa congelou a tal ponto, que se realizaram sobre ele as “feiras do gelo”, e ainda existem retratos disso em alguns postais de natal. O clima da Terra está em permanente mudança e oscila entre épocas mais quentes e épocas mais frias. Comparar as temperaturas de hoje com as temperaturas da pequena idade do gelo, como muitas “investigações científicas” fazem, exagera o significado do que está a acontecer agora. A equipa de Harvard disse que as suas provas mostram que as “temperaturas sem precedentes de hoje” são mero resultado da oscilação da temperatura, à luz de um período de tempo demasiado curto. O professor Philip Scott realça este assunto:
“É importante que as pessoas saibam que o clima permitiu um estilo de vida muito diferente na época medieval. Temos esta visão que o aquecimento global terá um resultado apocalíptico. De facto, sempre que se descreve um período quente, parece haver uma riqueza associada…” “…O que tem sido esquecido em toda esta discussão sobre o aquecimento global é o conhecimento histórico. Durante o período quente medieval, o mundo estava mais quente do que hoje em dia e, a história demonstra-nos, que se tratou de um tempo de fartura para todos. Quando as temperaturas começavam a descer (na pequena idade do gelo) as colheitas falharam e a indústria vinícola inglesa faliu. Isto faz questionarmo-nos porque que é que o calor nos assusta tanto?”
A esta respondo eu professor, porque é uma aldrabice. A Terra está sujeita a ciclos intermináveis de energia, que afectam a temperatura e o clima e os mais fáceis de ver são as estações de ano, quando há uma mudança de inclinação do eixo da Terra, que faz com que seja o hemisfério norte ou o hemisfério sul a receber mais ou menos luz solar, ao longo do ano. Estas estações são apenas pequenos ciclos, inseridos em ciclos maiores e estes ciclos são influenciados, subindo ou descendo as temperaturas, caso haja mais ou menos energia solar. Vemos isso nos períodos da história. Os ciclos maiores são como versões mais longas das estações do ano, só isso, e estamos agora a entrar num período mais quente, que irá causar alterações climáticas.
Ora meus caros, chegamos ao centro da questão, o que causa estas mudanças na temperatura? É O SOL. Hmm será possível o sol estar relacionado com a temperatura no nosso planeta?
Um estudo de cientistas alemães e suíços é apenas um de muitos estudos que apontam o sol, como causa das alterações climáticas, o aumento da radiação solar. O Dr. Sami Solanki, director do centro de investigação do sistema solar, no instituto Max Planck, em Gottingen, Alemanha disse:
“O sol tem estado na sua força máxima nos últimos 60 anos e pode agora afectar a temperatura global. O sol está num estado alterado. Está mais brilhante que há algumas centenas de anos, e esse aumento de brilho começou há relativamente pouco tempo – nos últimos 100 a 150 anos.”
Então o sol tem mesmo alguma coisa a ver com o aquecimento na Terra, que surpresa. Mas como se pode convencer os senhores do culto do carbono que o aumento de temperatura do sol pode estar por detrás do aquecimento global? Será demasiado complexo para que entendam? Ou suficientemente complexo para acreditar que possa ser assim tão simples? O Dr. Solanski disse que eles descobriram que quando havia menos emissões explosivas do sol, conhecidas como manchas solares, havia um período mais fresco na Terra e vice-versa. No decorrer do ultimo século, o numero de manchas solares tem vindo a aumentar e, assim, também a temperatura. As manchas solares são um fenómeno do campo magnético do sol e são enormes. Podem chegar a ter o tamanho da Terra e, às vezes, mesmo de Júpiter, sendo que o seu número confirma uma actividade solar mais ou menos intensa. Os seus efeitos fazem-se sentir na nossa atmosfera por aquilo a que chamamos ventos solares. A pesquisa do Dr. Solanski às manchas solares e à temperatura, foi relatada no jornal londrino “Daily Telegraph”:
“Descobriu-se que uma escassez de manchas solares marcava um período frio – que podia ir até 50 anos – mas que no século passado, o seu número aumentou, à medida que a Terra aquecia progressivamente. Os cientistas também cruzaram os dados com as amostras de gelo recolhidas, durante uma expedição científica, na Gronelândia em 1991.”
“As amostras mais recentes continham os mais baixos níveis de berílio 10, durante mais de 1000 anos. O berílio 10 é uma partícula criada pelos raios cósmicos que diminui na atmosfera terrestre, à medida que a energia magnética do sol aumenta. Os cientistas conseguem investigar os níveis de berílio 10 até há 1150 anos atrás.”
Quando o sol é estimulado vibracionalmente a produzir uma radiação mais intensa, entramos num ciclo quente, e é isso que é o actual aquecimento global – uma mudança de energia no ciclo de energia solar.
A National Geographic publicou uma reportagem pouco tempo após o relatório de propaganda do IPCC, onde se podia ler que também Marte registava temperaturas mais quentes, tal como a Terra. Descobriu-se que o mesmo era verdade para os outros planetas. O que poderá estar a causar o aumento das temperaturas em Marte e nos outros planetas do sistema solar? O que tem todos em comum? Será o sol? Acho que a resposta é óbvia de mais.
Habibullo Abdussamatov, chefe de investigação espacial no observatório astronómico de Pulkovo, em S. Petersburgo, na Rússia, realçou o óbvio, quando disse que “o aumento da temperatura em Marte é a prova que o aquecimento global da Terra é provocado pelo aumento da temperatura do sol”. Ele disse ainda que “o aumento da radiação solar a longo prazo esta a aquecer a Terra e Marte”. Só mesmo os doidos do carbono não vêem isto, porque estão interesses em jogo.
Colin Wilson, um físico planetário da universidade de Oxford, disse das explicações de Abdussamatov: “ contradizem as provas extensivas, apresentadas no relatório do IPCC”. Esta reacção pode ser comparada à de um fanático religioso, empenhado na sua religião e que não consegue aceitar nada, não importa o claro que seja, se contradizer a bíblia ou o Corão. O relatório da IPCC é a sagrada bíblia desta nova religião e não pode ser contrariado. Wilson disse ainda que a opinião de Abdussamatov é “completamente avessa à opinião maioritária científica”. Já vimos que isso não é verdade e, mesmo que fosse, a “opinião maioritária científica” tem um vasto historial de estar errada.
Também o canal inglês “channel 4” apresentou um documentário brilhante, “A grande burla do aquecimento global”, que recomendo, que faz uma oposição ao relatório da IPCC, num exemplo da rara excelência jornalística, demonstrando o mundo diferente que teríamos, se 90% dos jornalistas fossem dignos desse nome. O programa deu uma plataforma aos cientistas, muitos deles incluídos na lista do IPCC, que sabem que a crença nas causas humanas nas mudanças climáticas, não é de forma alguma, válida.
Em 1893, o astrónomo britânico, Edward Mauder, observou que praticamente não havia manchas solares visíveis no sol, e isso tornou-se conhecido como o mínimo de Mauder. Estava-se num período muito frio, que confirma de forma gritante a ligação entre as manchas solares e o aquecimento na Terra. Uma grande prova de como isto que digo é verdade vem de um físico solar chamado Piers Corbyn, que ganhou muito dinheiro, mês após mês, ao apostar nas suas previsões meteorológicas, com base nas manchas solares, contra as previsões oficiais do instituto de meteorologia de Londres. Ele disse: “ é o sol que está a promover a alteração climática, o CO2 é irrelevante." Não é só o aumento da radiação solar que causa este efeito; é também o efeito da radiação solar acrescida, nos sistemas meteorológicos. A Terra é constantemente bombardeada por partículas chamadas de raios cósmicos, que se combinam com o vapor de água, para formar a chuva nas nuvens. Quanto mais forte for a radiação solar, devidos às manchas solares, menos partículas chegam à Terra e, menos nuvens são geradas. Com menos nuvens, mais calor solar entra na atmosfera. Estudos geológicos dos raios cósmicos e dos registos de temperatura, que datam de há 6 milhões de anos, demonstraram que quando a radiação solar diminuiu, mais raios cósmicos chegaram à Terra e mais nuvens se formaram, o que provocou uma queda na temperatura. Quando a radiação solar aumenta, aconteceu o oposto, nem aqui nem agora, mas todas as vezes. O professor Ian Clark do departamento de ciências da Terra, da universidade de Otava, Canadá, disse: “ nunca vi registos de varias fontes diferentes baterem tão certo, mostrando o que realmente se estava a passar, num longo período de tempo”. De facto, o sol governa o clima na Terra, por radiação solar directa e pelo efeito que têm sobre os raios cósmicos, que formam as nuvens.
O professor Nir Shaviv, do instituto de física da universidade de Jerusalém, percebeu que havia períodos na história da Terra em que houve 3 vezes, até 10 vezes mais dióxido de carbono na atmosfera do que aquele que temos hoje, e se isso tivesse um impacto assim tão grande no clima, os efeitos seriam visíveis na reconstituição de temperaturas. Contudo não é esse o caso.
O professor Ian Clark disse ainda: “ Se olhar-mos para o clima da perspectiva geológica, nunca iríamos suspeitar que o CO2 fosse um factor de alteração climática. Não se pode dizer que o CO2 vai mudar o clima. Isso nunca aconteceu no passado.”
Este é um estudo feito pelo professor Tim Ball do departamento de climatologia da universidade do Winnipeg:
“A temperatura subiu significativamente até 1940, altura em que a produção industrial era relativamente baixa e no pós-guerra, quando a industria e as economias do mundo arrancaram, a produção de C02 pelos humanos simplesmente disparou, mas a temperatura baixou. Por outras palavras, os factos não encaixam na teoria.”
Naquele período de arrefecimento, após 1940, alguns cientistas previram que o mundo fosse atravessar uma catástrofe devido ao arrefecimento global e houve programas de televisão a prever cenários de pesadelo, tal como fazem hoje acerca do aquecimento. A nossa vida humana é pequena demais para ver certos ciclos da natureza por completo, e então qualquer mudança que ocorra é sinónimo de catástrofe e alguns, como a elite, utiliza isso para provocar o medo e fazer dinheiro. Um documentário, há pouco mais de 30 anos perguntava: “irá uma nova idade do gelo cobrir as nossas terras e enterrar as nossas cidades?”
Não são as emissões de dióxido de carbono que estão a alterar o clima na Terra, isso é claro. Esse composto é um dos “gases com efeito de estufa” que aprisionam o calor do sol na Terra e isso é coisa boa, pois sem o efeito estufa, o planeta seria demasiadamente frio para se habitar. O professor Tim Ball, realça que o CO2 constitui apenas uma parte muito pequena da atmosfera terrestre. Em termos de mudança, Mede-se em dez partes por milhão. Ball disse no documentário “A grande burla do aquecimento global”, que se quisermos medir o CO2 como uma percentagem de todos os gases da atmosfera, que inclui  oxigénio, nitrogénio e outros, este seria…0,54%. Trata-se de uma quantidade infimamente pequena e depois, temos de considerar a porção que os seres humanos estão a acrescentar a essa, que é ainda mais pequena. O CO2 é um gás com uma pequena cota no efeito de estufa, sendo o efeito estufa causado, em cerca de 95%, por vapor de água. O dióxido de carbono é um gás natural, produzido por todas as formas de vida e faz as coisas vivas crescerem. Os humanos produzem uma pequena porção do CO2 na atmosfera e são facilmente ultrapassáveis por vulcões, animais, bactérias, vegetação morta e pela maior fonte de dióxido de carbono do planeta – o mar.
Depois disto, vamos então olhar para a tolice do Al Gore (atenção que este plano não foi agendado por ele, mas os que estão por detrás dele).
O maior argumento de Al Gore para a versão oficial do aquecimento global, vem da extracção de cilindros de gelo, para estabelecer a temperatura na Terra, durante centenas de milhar de anos. Gore diz que as amostras de gelo mostram a correlação entre CO2 e a temperatura, num registo de 650 mil anos. “Quando há mais dióxido de carbono, a temperatura aumenta” diz Gore. É verdade que as amostras de gelo mostraram que o CO2 e a temperatura coincidem, mas porquê? O professor Ian Clark, um dos mais conceituados paleo-climatólogos do árctico, que estudou os registos da temperatura da Terra de dezenas de milhões de anos, diz que há uma ligação entre a temperatura e o CO2, mas eles entenderam os dados ao contrário. O CO2 não causa o aquecimento; é o aquecimento que causa o CO2. Os seus estudos das amostras de gelo revelam que os aumentos da temperatura levaram a que o CO2 aumentasse na atmosfera com um atraso de 800 anos. Com isto ele diz “ com base nisso, não é obviamente o CO2 a causa do aquecimento”. Ele diz ainda: “ podemos dizer que o aquecimento causou o aumento do CO2 na atmosfera”. Clark disse que o CO2 é, claramente um produto do calor e assim se prova que a história oficial que querem que engulamos, é falsa. Parece que o atraso de 800 anos entre o aumento da temperatura e o aumento de CO2, se deve à forma como o mar funciona. Carl Wunsch é um dos maiores peritos mundiais neste campo. Ele é professor de oceanografia no MIT e professor convidado de oceanografia, na universidade de Harvard, em Londres. A cerca do assunto ele diz:
“O oceano é o maior reservatório no qual o carbono se deposita quando sai da atmosfera e é também um veículo de emissão daquele gás para a atmosfera. Se aquecermos a superfície do oceano, ele tende a emitir CO2. Por outro lado, se arrefecermos a superfície do oceano, este tende a dissolver mais CO2.”
O desfasamento no tempo deve-se ao tamanho e profundidades gigantescas do oceano, que demora centenas de anos a converter a acumulação de calor em CO2. Wunsch continua:
“O oceano apresenta um registo dos acontecimentos até 10 mil anos. Por isso, por exemplo, se alguém diz que estamos a ver alterações no atlântico norte, isso deve querer dizer que o sistema climático está a mudar, ou algo que se passou numa parte remota do oceano, há décadas ou centenas de anos, se está a reflectir agora no atlântico norte.”
Há cerca de 800 anos, a terra atravessava o período quente medieval e por isso é de esperar que o oceano liberte algum dióxido de carbono por volta desta altura, de acordo com o que aconteceu no passado. Mais uma coisa; se o dióxido de carbono é culpado pelas alterações climáticas, devia haver motivos para alarme na parte da atmosfera que é conhecida como troposfera, do que à superfície. O aquecimento máximo deveria ocorrer a cerca de 10 km acima da superfície, mas não é isto que acontece. A maioria da atmosfera não está a aquecer tanto como a superfície e, como um cientista colocou: “isso para nós é o verdadeiro quebra-cabeças”.
A transformação de receios de uma nova idade do gelo a receio de uma catástrofe devido ao aquecimento global, deu-se num período de tempo ridiculamente curto, entre os anos 70 e 80. Essa transformação foi alimentada, como todas, pela “investigação científica”, pelos responsáveis das coisas. A “ciência” de massas é esmagadoramente dirigida pelo dinheiro e não pela procura da verdade. Se alguém está disposto a investir somas astronómicas nalguma pesquisa, para provar que os aumentos da temperatura se devem as emissões de dióxido de carbono, eles conseguem descobrir muitos cientistas que ponham a sua reputação em jogo, para obter esse resultado, apenas pelo dinheiro. O dinheiro governamental foi recompensado com as descobertas sobre o CO2 e isso gerou uma nova indústria de cientistas, departamentos universitários, “jornalismo ambiental” e administradores, que devem agora os seus estilos de vida à grande fraude que é o dióxido de carbono = aquecimento global.
Toda esta mentira vai afundar ainda mais os países em dividas, graças as taxas de carbono. Como já disse noutros artigos, o objectivo é que tudo falhe, para que se reinicie uma nova ordem mundial. Estes impostos do carbono são só mais uma ajuda para que isso aconteça. Obrigado Al Gore és o maior, mas a mim não me enganas!
Obrigado a todos.

“Todo aquele que desafiar a ortodoxia prevalente, dá por si silenciado, com uma eficácia surpreendente. Uma opinião fora da norma, praticamente nunca tem direito a uma audiência justa.”
George Orwel

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Máfia da Medicina I


O objectivo da elite é minar o corpo humano com químicos, que desequilibram o nosso sistema electroquímico. Vê-mos esse ataque em todas as áreas, seja na nossa comida, água, medicamentos, vacinas, o nosso ar ou mesmo as radiações que nos rodeiam, chamadas poluição electromagnética, propositadamente a trabalhar na mesma frequência que o nosso cérebro (nada é coincidência).
Isto tudo tem uma razão. Muita gente me argumenta que se nos quisessem matar, já o tinham feito de uma maneira mais rápida, ou então o argumento mais usado que oiço que é – Nós vivemos mais, com mais condições e somos mais que nunca. É verdade, mas no primeiro argumento, não se esqueçam que temos os números do nosso lado, somos 6 biliões e muitos, se nos matassem de uma maneira muito óbvia, haveria uma revolução enorme. Em relação ao segundo argumento, o objectivo deste ataque, é mais para nos controlar, para nos impedir de ver o obvio, do que propriamente para nos exterminar. É uma meta a redução da população mundial (até já admitida pela Organização mundial de saúde), mas os aditivos na comida e agua, as drogas e vacinas, têm o propósito de nos meterem num estado não-natural, de desligamento, num sentido de divisão e separação, que nos impede de ver o que realmente se passa à nossa volta. Com tanto desequilíbrio, acontecem as doenças nos nossos organismos, o que é perfeito para o plano da elite, não só lucra com o grande farma, em tratamentos que normalmente só desequilibram mais o corpo, como também reduzem população. Poderão também argumentar que os números continuam a subir, em relação a população mundial, mas com as politicas agressivas de controlo de natalidade, daqui a pouco tempo, começará a notar-se uma redução drástica. Há outra maneira, que já se está a ver, a criação de uma falsa pandemia, que cada vez vemos mais. Criam uma doença falsa, e dizem que têm a solução, uma vacina. Essa vacina vai destruir os nossos sistemas de defesa, como vários casos relataram, na vacina para o H1N1. Foram apenas testes, nada mais, preparem-se.
“O meu médico deu-me 6 meses de vida, mas quando não consegui pagar a conta, ele deu-me mais 6 meses”
Walter Matthau
A elite é esperta, mas estúpida. Outra forma de dizer é que são espertos, mas não são inteligentes e sensatos. No que toca a sabedoria, são bastante imbecis, porque se não tivessem esse défice, não estariam a fazer o que estão a fazer aqui. Esperteza sem sabedoria é a força mais destrutiva da Terra e é por isso, que a elite é tão destrutiva. No entanto são bastante espertos no sentido intelectual e isso, pode ser observado pela forma como jogam com a mente humana, para obterem aquilo que querem. Por exemplo, se querem criar um mercado para um aditivo que substitua o açúcar, basta criar uma campanha generalizada sobre os malefícios do açúcar e sobre a obesidade. Eles não mencionam que controlam as empresas do açúcar e que as pessoas estão a engordar mais, por consumirem as suas comidas com químicos, que incluem as hormonas de crescimento, que são fornecidas aos animais  nas quintas. Foi através desta técnica que eles nos “deram” uma horrenda mistela química, perdão, “substituto do açúcar”, chamado aspártamo. Se irem a vossa cozinha leiam os ingredientes das coisas que vocês comem, pois ele aparecem em muitos e muitos produtos, e é 200 vezes mais doce que o açúcar. Quase tudo o que diz “sem açúcar”, “sem açúcar adicionado” ou “produto dietético”, está poluído com aspartamo.
O aspártamo é responsável por 75% das queixas de reacções alérgicas, da administração de comidas e fármacos (FDA). Essas queixas incluem dores de cabeça, tonturas, dificuldades de concentração, perda de memória, discurso confuso e problemas de visão. Esses sintomas são conhecidos agora como doença do aspártamo. Um neurocientista, chamado John W. Olney, da univerdade médica de Washington, acredita que há uma ligação entre o aspártamo e os tumores cerebrais. Ele revela que os ratos de laboratório desenvolveram significativamente mais tumores cerebrais, quando alimentados com produtos ricos em aspártamo. Ele descobriu também que o ácido asparico, um dos componentes do aspártamo , provoca buracos no cérebro dos jovens ratos em desenvolvimento. No relatório Bressler (onde se estudou a introdução do aspártamo), compilado pelos investigadores da FDA, descobriu-se que 98 dos 196 animais morreram, durante um dos estudos da Searle (empresa que produz o aspártamo), mas as autópsias foram atrasadas, nalguns casos, em mais de um ano. O relatório descobriu muitos outros erros e contradições, na forma como a Searle estava a testar o aspártamo. Mesmo a marinha e a força aéria americanas publicaram relatórios que avisavam, sobre o efeito das bebidas de “dieta”. Na altura era onde se usava mais o aspártamo, mas agora está em todo o lado.
O Dr. Ralph Walton, professor de psiquiatria na universidade do Ohio, reviu os estudos publicados sobre o aspártamo e descobriu que 166 deles referiam efeitos sobre a saúde humana. Todos os 74 estudos financiados pela indústria do aspártamo, não mostraram qualquer problema, mas 93% dos estudos independentes revelavam problemas de segurança alimentar.
O aspártamo muda a química cerebral e baixa o limiar para os ataques epilépticos, provoca alterações de personalidade e afecta o sistema nervoso. É também viciante e por isso as pessoas tendem em ter dificuldade em deixar de consumir estes produtos. Um produtor de filmes, enquanto filmava um documentário bebia cerca de 7 coca colas de dieta por dia. Os sintomas incluíam esclerose múltipla, fadiga, artrite reumatóide, depressão, alterações de humor. Ele disse que muitos desses sintomas desapareceram depois de pararmos de consumir esses produtos com aspártamo. 10% deste veneno legalizado divide-se em metanol depois de ingerido, uma toxina para o sistema nervoso, também conhecido como álcool metílico livre. Este é bastante prejudicial ao nervo óptico, este era o principal constituinte das bebidas de álcool ilegal, durante a América da lei seca, famosas por causarem cegueira. O metanol é rapidamente lançado na corrente sanguínea , onde se pode transformar na neurotoxina formaldeído e acido fórmico, o veneno das picadas de formiga. Um estudo do institudo de saúde publica da Hungria mostrou que o aspártamo alterou o ADN da medula óssea e em vários órgãos dos ratos. Isso incluía órgãos do sistema linfático do sistema imunitário (o principal objectivo é atacar este sistema). Quando um gene é alterado por alguma fonte, química, radiação ou alergia a comidas, pode causar a doença. O aspártamo é uma abominação e as pessoas que o compram, consomem e o passam às suas crianças, estão de facto a envenenar-se.
Então chegamos a uma pequena pergunta, como raio passou isto pelos processos de “teste” do governo? Estamos a lidar com uma força que trabalha de ambos os lados. O lado do produtor e o lado do protector. A FDA na América, como os seus equivalentes noutros países, são uma fachada, manipulada para bloquear produtos saudáveis para as pessoas e empurrar a distribuição de outros produtos, que melhor sirvam os planos. Isso aconteceu de forma gritante com o aspártamo. A searle estava a conseguir poucos resultados com a FDA para conseguir a distribuição do seu veneno, até que Donald Rumsfeld foi nomeado seu director em 1977, e ter começado a usar os seus contactos, nomeadamente Bush pai e Ronald Reagan, que estavam prestes a entrar na casa branca. O aspártamo tinha assim iniciado o seu caminho para a distribuição massiva que hoje goza.
A coca-cola sabia bem os perigos do aspártamo, e como membro da associação nacional de bebidas leves, opôs-se à aprovação do veneno da FDA, no seu emprego em bebidas carbonatadas. A associação disse que o aspártamo era inerentemente instável, que se desintegra na lata, decompondo-se em formaldeído, álcool metílico, ácido fórmico, diquetopiperazina e outras toxinas. Então que faz hoje o aspártamo na coca-cola de dieta? Cujas vendas dispararam após ter sido adicionado, por ser tão viciante. Também se econtram noutras bebidas coca-cola, incluindo na sua ultima merda, a coca-cola zero e a bebida desportiva powerade, que não é nada mais que um cocktail de químicos coloridos.
A propósito, a coca-cola de dieta nem é de dieta… o aspártamo aumenta o desejo de hidratos de carbono, ao suprimir a produção de serotonina. Cá estamos nós novamente, a supressão da produção de serotonina, um transmissor eléctrico vital para o corpo humano. Baixos níveis de serotonina levam à fúria, apatia, medo, ansiedade, sentimentos de impotência, insónias e fadiga. O aspártamo é também o que se chama uma “excitotoxina”, que causa sobre-actividade cerebral e danifica ou mata neurónios. Isso provoca enfartes, doenças neuro-degenerativas do sistema nervoso central, tal como autismo, esclerose múltipla, doença de Alzheimer, Parkinson e huntington, entre muitas outras. O intensificador de sabor glumato de monosódio(aditivo com o código europeu de E621) é outra excitotoxina, que engana o cérebro, levando-o a pensar que há mais sabor do que aquele que realmente existe, é tudo um truque cerebral. Outro elemento prejudicial deste produto/veneno são os altos níveis de ácido glutamínico, que se viu em testes de laboratório. Isto provoca danos na barreira sangue- cérebro, que protege o cérebro da toxicidade.
Fiz este pequeno estudo dentro do tema em si com uma razão. Alguém um dia me argumentou que se houvesse uma cabala dentro do sistema de saúde e alimentos iria-se saber, pois são centenas ou ate milhares a estudar a mesma coisa, logo se fosse prejudicial, alguém se revoltaria ou muitos chumbariam o elemento ou produto. O aspártamo é apenas um exemplo em muitas e muitas coisas que são aprovadas oficialmente, e que nos prejudicam seriamente, e quem os aprova? Os médicos e cientistas que tanta gente não questiona, mas o dinheiro fala mais alto. A maioria não se importa, deste que tenha a sua vida recheada de prazeres que o dinheiro oferece. Os médicos são humanos como nós, com as mesmas fraquezas, se fossem perfeitos, produtos como o aspártamo nunca teriam entrado em circulação na nossa sociedade.               
A loucura das vacinas
Estas são palavras de um representante democrata do governo dos Estados Unidos em relação a uma lei, aprovada, que permite aos carteis farmacêuticos operarem sem serem prejudicados, ao actuarem num estado declarado de emergência. Chamou-se o acto de prontidão publica para a emergência (PREPA): “O PREPA é anticonstitucional. Retira o direito das pessoas iniciarem acções legais contra as farmacêuticas, no caso de serem prejudicadas por vacinas, concedendo assim, uma licença para matar. Sob esta nova lei, as empresas que produzem vacinas podem ser grosseiramente negligentes e agir sem qualquer prudência, contando com a garantia que nunca irão ser processadas, desde que mostrem que a sua conduta não foi “intencional.””
Isto quer dizer que o “big farma” pode fazer literalmente o que quiser. Outro representante democrata, David Obey, disse que a legislação foi “unilateral e arrogantemente inserida na lei, após a conferência do comité ter acabado”. Foi uma gritante “jogada de mestre, dos 2 homens mais poderosos do congresso”. 2 Homens que caminham de mão dada com o grande farma. Primeiro Frist que provém de formação médica e enquanto aluno de medicina, conseguiu obter sempre animais como cobaias, ao dirigir-se aos abrigos dos animais, dizendo que lhes ia fornecer um bom lar. O que estava a fazer na realidade era mata-los e disseca-los para as suas experiencias.  O segundo foi Hastert, uma palavra para o resumir seria dinheiro a qualquer custo.
Um caso de fascismo médico foi o caso de Dr. Andrew Wakefield, o primeiro homem a sugerir uma ligação entre a vacina combinada para o sarampo, a papeira e a rubéola (conhecida como MMR) com o autismo e os problemas intestinais. Ele gerou uma revolução em 1988 quando uma equipa que contava com ele e mais 10 médicos, publicou um estudo que relacionava a vacina MMR com 12 casos de crianças autistas, que apresentavam problemas intestinais, tendo todos sido inoculadas com MMR. O que se seguiu foi uma gigantesca onda de desacreditação do seu nome e dos seus métodos, os mesmos usados pela instituição que queria suprimir essa informação. Wakefield tinha sido contratado por advogados para investigar essa potencial ligação com o autismo, devido a suspeitas dos pais, que queriam processar a empresa farmacêutica que produziu a vacina, não tendo mencionado esse facto no seu trabalho científico. Todo este barulho de desacreditação e a violência psicológica foi suficiente para os 10 médicos saírem de cena e deixarem Wakefield sozinho. A pergunta ficou no ar, serão estes resultados verdades? Isso é de pouca importância para o grande farma, o importante é destruir todos aqueles que fogem a norma.
Nos Estados Unidos, os médicos e os “cuidados médicos” são a 3º maior causa de morte, apenas ultrapassados por problemas cardíacos e cancro. A Dr. Barbara Starsfield da escola John Hopkins de higiene e saúde publica, publicou um relatório que estimava que cerca de 225 000 pessoas morriam todos os anos de: cirurgias desnecessárias (12000), erros de medicação do hospital (7000), outros erros nos hospitais (80 000), efeitos negativos de drogas (106000). O estabelecimento médico ainda tem a coragem de apontar o dedo e tentar destruir o Dr. Wakefield? Todo o seu trabalho foi mantido quase secreto, para impedir que se veja a verdade, e a máfia que na verdade é o cartel farmacêutico.
O principal motivo para atacar Wakefield foi que a sua descoberta levou à queda de vacinações MMR e ter minado a crença dos pais na vacinação em geral. Tudo gira em torno do dinheiro, proteger o grande farma e manter o ataque químico aos corpos e mentes das crianças. Toda a estrutura global da “medicina” é uma teia de corrupção, mentiras e engano e estamos a falar de quantias astronómicas de dinheiro. As 10 maiores farmacêuticas do mundo fazem mais dinheiro anualmente do que os 500 homens mais ricos do planeta, quando combinadas as suas fortunas. As cinco maiores farmacêuticas têm o dobro do produto interno bruto da África sub-sahariana. Andrew Wakefield foi acusado de conflito de interesses, pela sua pesquisa a favor das famílias de crianças autistas, quando o suborno médico e farmacêuticas é uma prática comum. Doutores vendidos são uma norma não uma raridade. E digo suborno, a uma escala monumental, encontrei este artigo na internet:
“O grande farma gasta perto de 19 mil milhões de dólares por ano, a subornar e a influenciar médicos. Quanto são 19 mil milhões? Mais dinheiro do que a NASA gasta a despenhar satélites em Marte e a fazer explodir foguetões na atmosfera. É mais dinheiro que o conjunto das empresas de comida de plástico gastam a hipnotizar as crianças obesas para consumir mais um pacote de cereais cheios de açúcar, comprado no supermercado local, pelos pais. Raios, é mais dinheiro do que aquele que os Estados Unidos gastam na prevenção de doenças reais e educação para a saúde.”
Aqui estão algumas medidas que impediam muita da corrupção no sistema de saúde mundial:
-Proibissem os médicos de aceitar amostras grátis de fármacos.
-Excluíssem os médicos com ligações a empresas da industria farmacêutica, dos serviços hospitalares que definem quais medicamentos a empregar.
-Proibissem as Farmacêuticas de financiar directamente quaisquer programas de formação.
-Proibissem as faculdades de medicina de pertencerem a painéis de publicação de artigos de farmacêuticas ou a publicarem os artigos das empresas farmacêuticas como se fossem da universidade.
-Impedissem membros das faculdades de receber verbas das empresas farmacêuticas ou de incluírem as suas investigações nos sites destas.
As vacinas infelizmente são um grande mal que muita gente leva como norma nas suas vidas. Crucificaram o Dr. Wakefield por ter sugerido que uma vacina estava relacionada com o autismo nas crianças. De facto as vacinas são responsáveis por muito mais do que isso, e são uma fonte adicional de excitoxinas , que atacam a actividade cerebral e a sua estabilidade. Como não o poderiam ser, quando analisamos o seu conteúdo? Aqui está o que é realmente uma vacina:
Mesmo o processo de produzir vacinas inclui o uso de macacos, embriões de galinha e fetos humanos cirurgicamente removidos, juntamente com desinfectantes e estabilizadores que incluem a estreptomicina, cloreto de sódio, hidróxido de sódio, alumínio, hidrocloreto, sorbitol, gelatina hidrolisada, formaldeído e um derivado do mercúrio, chamado timerosol. As vacinas contra a difteria, pertosse (tosse convulsa) e tétano contêm:
Hidróxido de sódio: entre outros efeitos, podem queimar os órgãos internos, causar a cegueira, doença pulmonar e danos nos tecidos, podendo ser fatal, se ingerido. Encontra-se em desinfectantes de casas de banho e cozinhas.
Formaldeído: Uma conhecida neurotoxina cancerígena. Pode também causar insónias, tosse, enxaquecas, náuseas, hemorragias nasais e eczemas. O seu uso apropriado prende-se com o embalsamamento de corpos.
Ácido hidroclorídrico: pode destruir tecidos, quando em contacto directo, e encontra-se nos agentes de limpeza de alumínios e de remoção de ferrugem.
Alumínio: cancerígena tóxico.
Timerosal: Um derivado do mercúrio e conservante extremamente perigoso. É composto por uma combinação de glycol de etileno (anti-congelante) e etanol, ácido tiosalícilico, hidróxido de sódio e cloreto etil mercúrio. Estes químicos são letais e podem causar cancro, assim como falências cerebrais e hepáticas.
Fosfatos: sufocam todas as formas de vida aquática e encontram-se nos detergentes de loiça e roupa.
Esta mistura de lixo venenoso está a atacar o próprio sistema imunitário que devia estar a proteger e, ainda assim, os pais americanos estão a ser levados a tribunal por não permitirem os seus filhos de serem vacinados. A população é assustada para aceitar esta tirania, aquando lhes são contados os potenciais efeitos das suas crianças entrarem em contacto com outras crianças não vacinadas ou não “imunizadas”. Mas se forem vacinadas, isso não deve ser um problema, pois não? Mas é. Eles simplesmente não querem que se saiba. O mercúrio, por exemplo, é um dos principais suspeitos de causar o autismo nas crianças. Com o aumentar das vacinas com base de mercúrio entre a 1989 e o final dos anos 90, também aumentaram os números de crianças autistas. Números da publicação médica “journal  of american physicians and surgeons”, revelam que desde que o mercúrio foi retirado à maior parte das vacinas tipicamente infantis (não às outras) após 1999, as taxas de autismo e outras doenças neurológicas caíram em pelo menos 35%. Que espanto então que as taxas de autismo infantil tenham disparado entre 1989 e a 2003 (altura do mercúrio nas vacinas infantis) existindo agora mais de meio milhão de crianças autistas nos EUA.
O Dr. Rashid Buttar revela a sua história de sucesso no tratamento do autismo, simplesmente através da remoção do mercúrio dos seus corpos, inclusive com o seu filho, que recuperou 100% do seu autismo após uma desintoxicação de mercúrio.
No nível financeiro, as pessoas saudáveis não rendem ao grande farma e pô-las doentes é a melhor forma de ouvirem o pilim a cair. É também muito mais fácil, controlar uma população doente, a funcionar com muitos menos potencial físico e mental, do que se estivessem em forma e saudáveis. As vacinas servem estas ambições de forma perfeita. Aqui fica o porquê:
1-      Atacam o sistema imunitário com os seus químicos e metais venenosos, como o mercúrio.
2-      Minam o sistema imunitário e o equilíbrio químico/eléctrico do cérebro/corpo
3-      As vítimas tornam-se receptivas a todos os tipos de medicação e consequências, devido aos seus desequilíbrios químicos, eléctricos e mentais.
É simples e devastadoramente eficaz, desde que se consiga assustar as pessoas para serem suficientemente estúpidas e permitirem a injecção destes excrementos químicos nos seus corpos e das suas crianças. Claramente isso não é um problema. Uma das causas para os danos das vacinas parece ser a inflamação na base do cérebro que dissolve o isolador dos nervos, a mielina. Quando isso acontece, o cérebro entra em curto-circuito, o corpo recebe informação enganosa e isso pode gerar desarmonia e a doença. Assim se desequilibra o sistema do nosso corpo, coisas como vacinas, fármacos, aditivos da comida e poluição electromagnética que inclui telemóveis e antenas TETRA. Alguém me disse uma vez que é falso que as crianças até aos 2 anos não levam com 25 vacinas. Bem foi o governo britânico quem instaurou isso, através do seu chefe do gabinete médico, sir Liam Donaldson. Foi instaurado na Inglaterra e por toda a Europa. Ele diz sem qualquer prova que o suporte, que estas 25 vacinas vão salvar 50 vidas por ano, ele não tem nada a dizer sobre quantas vidas se perderão ou serão arruinadas. A situação é semelhante nos EUA, realço que não é coincidência que os casos de síndrome de morte súbita infantil (SIDS) tenham aumentado concomitantemente com a introdução das vacinas em massa. Por exemplo, no estado do Minnesota o numero de casos subiu de 0,55 por casa 1000 nascimentos, em 1953, para 12,8 por cada 1000 nascimentos, em 1992. A média nacional Americana subiu de 2,5 para 17,9. A maior parte destas mortes inexplicáveis de crianças acontecem entre os 2 e os 6 meses de vida, quando são invadidos por vacinas.
A excitoxicidade continua a vir a baila, sendo que estas vacinas actuam em conjunto com os medicamentos mantendo o cérebro constantemente activo, fazendo exactamente o mesmo ao sistema imunitário que protege o cérebro. Este é um texto do Dr. Russel Blaylock:
“Parece que o cérebro é sempre negligenciado, quando os farmacologistas consideram os efeitos colaterais de vários medicamentos. O mesmo se aplica às vacinas. Por muito tempo, ninguém considerou os efeitos das repetidas vacinações sobre o cérebro. Isso baseava-se na conclusão errónea de que o cérebro estava protegido da activação imunitária por uma barreira blindada chamada barreira sangue – Cérebro. Estudos mais recentes demonstraram que as células imunitárias podem entrar directamente no cérebro e, de forma mais importante, o próprio sistema imunitário do cérebro pode ser activado pela vacina… Vários estudos mostraram que quando o sistema imunitário do corpo é activado, as células imunitárias do cérebro também o são. Isso ocorre por diversos processos, que neste momento não importam referir. Quanto mais intenso for o estimulo ao sistema imunitário do corpo, mais intensa será a reacção do cérebro. A activação prolongada no tempo do sistema imunitário do corpo, produzirá também um efeito de activação prolongado no sistema imunitário do cérebro.”
Assim que essas células imunitárias do cérebro são activadas, movem-se pelo sistema nervoso a espalhar químicos imunes, e alguns deles, como o glumato e o ácido quinólico, são excitotoxinas, que podem causar sérios danos a actividade cerebral. Então porquê tantas vacinas num curto espaço de tempo? Para manter o sistema imunitário do cérebro sempre activo, e então as crianças são expostas a estas excitotoxinas de uma forma mais drástica. Os efeitos são cumulativos, de acordo com Dr. Baylock, as vacinas já provaram danificar as funções executivas do lobo frontal, resumindo, aquilo que se perde, são as nossas funções sociais, e perdemos as nossas maneiras de funcionar num mundo complexo de ideias e interacções. Este é o objectivo, cegar o nosso cérebro de modo a que não só não vejamos o óbvio, como defender-mos o errado, como as vacinas.
Outro argumento que costumam fazer para defender as vacinas é através da história. O melhoramento da vida. Apesar de haver perigos, já ouvi pessoas a dizer que, pelo menos, as vacinas previnem doenças e erradicaram muitas das doenças que as crianças costumavam ter. Não há nada mais eficiente na programação de percepções do que a repetição, especialmente se vier de um tipo de fato, com letras antes do seu nome, ou de outro vestido com uma bata branca. Mas a repetição não é sinónimo de facto. Eles dizem-nos que os casos de doenças infantis caíram rapidamente após a introdução das vacinas, mas, na verdade isso já estava a acontecer antes de se introduzir as vacinas. Isso deveu-se à melhor nutrição, saneamento, condições de vida e agua mais limpa. Os números da vital statistics dos EUA revelam que as mortes de febre tifóide caíram em 91%, desde 1910 a 1937 e a morte por difteria recuou cerca de 90,5% no mesmo período, tudo isso bem antes dos programas de vacinação, o journal pediatrics não o podia ter dito de melhor forma:
“…a queda histórica na morbilidade e mortalidade causadas por doenças infecciosas não se deveu à era moderna da vacina e do antibiótico, mas sim à introdução de água desinfectada e sistemas de esgotos.”
Outro artigo do journal of infection control:
“As vacinas de difteria, tétano e pertusia só surgiram após as taxas de mortalidade terem reduzido consideravelmente, as vacinas de sarampo, rubéola e poliomielite só ficaram disponíveis por volta da metade do sec. XX, quando a maior parte das mortes infantis já era derivada de outras causas. O mesmo é verdade para outros fármacos e antibióticos.”
Artigo do jornal inglês the lancet:
“Houve um regular decréscimo em ambos os sexos de tosse convulsiva, a partir de 1937. A vacinação que começou numa escala reduzida, e só em alguns locais, a partir de 1948, só se tornou vulgar a escala nacional a partir de 1957, não tendo afectado a taxa de declínio da doença. Notemos também que basta um ataque da doença para garantir a imunidade com a doença, tal como a maioria das doenças de infância…”
Resumindo esta história das vacinas, esta história que as vacinas são essenciais à imunidade é apenas uma história, repetida até se tornar um “facto” aceite. Um dos mais reconhecidos pediatras americanos, o falecido Robert Mendelsohn disse uma vez:

“Nunca houve uma única vacina neste país, que tenha sido submetida a um único teste cientifico isento. Nunca pegaram num grupo de 100 pessoas, candidatos à vacina, e administraram 50 vacinas reais sem fazer nada aos outros 50 candidatos para ver o resultado. E isso significa, já que nunca foram testadas, que as vacinas, se quisermos ser simpáticos, não passam de um remédio sem provas dadas. Para sermos realistas, devíamos chamar “malucos” as pessoas que prescrevem e administram vacinas.”
Com isto não digo que a medicina é inútil, tudo é útil para nos ajudar a resolver os problemas da nossa saúde, ou ajudar quem precisa. Mas a medicina ridiculariza medicinas ou tratamentos alternativos que já provaram múltiplas vezes serem úteis para a saúde humana. O dinheiro comanda a saúde e o maligno cartel farmacêutico, não compreendo como eu que tenho 20 anos quando me deparo com informações destas, tenho o senso comum de não levar mais nenhuma vacina, e depois tenho gente a sair de universidades de medicina ou enfermagem a defender a vacinação com unhas e dentes como quem levou uma lavagem cerebral do tamanho do mundo. É como os dentistas que ainda defendem o flúor porque se regem com registos de há 50 anos atrás, e agora com provas gritantes como o flúor é um potencial perigo para o nosso cérebro e ossos, continuam a prescreve-los a mesma, enquanto os novos dentistas alertam para os perigos deste. Há que ter senso comum, esta é apenas uma parte da enormidade de coisas que há para falar.
Muito obrigado.